{"id":11094,"date":"2012-08-25T00:00:00","date_gmt":"2012-08-25T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/em-reuniao-bancada-do-parana-garante-recursos-para-agricultura-e-educacao-e-cobra-agilidade-na-concessao-das-rodovias-estaduais\/"},"modified":"2024-12-10T18:18:52","modified_gmt":"2024-12-10T21:18:52","slug":"em-reuniao-bancada-do-parana-garante-recursos-para-agricultura-e-educacao-e-cobra-agilidade-na-concessao-das-rodovias-estaduais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/em-reuniao-bancada-do-parana-garante-recursos-para-agricultura-e-educacao-e-cobra-agilidade-na-concessao-das-rodovias-estaduais\/","title":{"rendered":"Melhora da escolaridade do brasileiro diminuiu informalidade no trabalho, aponta FGV"},"content":{"rendered":"<p>\n\tA melhora da escolaridade dos brasileiros levou &agrave; queda na informalidade do trabalho entre 2002 e 2009, aliada ao bom momento econ&ocirc;mico da d&eacute;cada passada e a pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda. A conclus&atilde;o faz parte da pesquisa Evolu&ccedil;&atilde;o Recente da Informalidade no Brasil, dos pesquisadores Fernando Holanda Barbosa Filho e Rodrigo Leandro de Moura, do Instituto Brasileiro de Economia da Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (Ibre-FGV).<\/p>\n<p>\n\tA taxa de informalidade que chegou a 43,6% em 2002 caiu para 37,4% em 2009, uma diminui&ccedil;&atilde;o de 6,2 pontos percentuais, segundo o trabalho da FGV, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios.<\/p>\n<p>\n\tA falta de formaliza&ccedil;&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, que se traduz principalmente pela aus&ecirc;ncia de registro em carteira, &eacute; inversamente proporcional ao grau de escolaridade: quanto mais anos de estudo, maior a formaliza&ccedil;&atilde;o. Segundo a pesquisa, houve queda na informalidade em todas as camadas educacionais.<\/p>\n<p>\n\tCom at&eacute; tr&ecirc;s anos de estudo, 62,8% dos trabalhadores eram informais em 2002, passando para 59,1% em 2009. Entre os que t&ecirc;m ensino m&eacute;dio completo e superior incompleto, com 11 a 14 anos de estudo, a taxa de informalidade era 28,7% em 2002 e caiu para 24,7% em 2009. J&aacute; os detentores de diploma universit&aacute;rio, com mais de 15 anos de estudo, registravam 26,1% de informalidade em 2002, n&uacute;mero que diminuiu para 23,4% em 2009.<\/p>\n<p>\n\tPara o pesquisador Rodrigo Moura, existe uma rela&ccedil;&atilde;o direta entre mais anos de estudo e exig&ecirc;ncia profissional, tanto pelo trabalhador como pelo empregador. &ldquo;O trabalhador com maior escolaridade aceita menos um contrato informal de trabalho. Quem tem maior n&iacute;vel educacional tem maior poder de barganha&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>\n\tApesar das vari&aacute;veis econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas n&atilde;o estarem expl&iacute;citas no levantamento da FGV, o pesquisador reconheceu que tamb&eacute;m devem ser levados em conta o bom momento vividos pelo pa&iacute;s e o mundo na maior parte da d&eacute;cada passada, bem como a ado&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de gera&ccedil;&atilde;o de emprego e renda, facilitando a contrata&ccedil;&atilde;o. Outro dado relevante foi o incentivo federal ao ingresso nas universidades p&uacute;blicas, com a expans&atilde;o das vagas.<\/p>\n<p>\n\tA pesquisa pode ser acessada na &iacute;ntegra no endere&ccedil;o <a href=\"http:\/\/portalibre.fgv.br\/\">http:\/\/portalibre.fgv.br\/<\/a>.<\/p>\n<p>\n\tFonte: Ag&ecirc;ncia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A melhora da escolaridade dos brasileiros levou \u00e0 queda na informalidade do trabalho entre 2002 e 2009, aliada ao bom momento econ\u00f4mico da d\u00e9cada passada e a pol\u00edticas p\u00fablicas de gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda. A conclus\u00e3o faz parte da pesquisa Evolu\u00e7\u00e3o Recente da Informalidade no Brasil, dos pesquisadores Fernando Holanda Barbosa Filho e Rodrigo Leandro de Moura, do Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre-FGV).<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":23883,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[4,467,972],"class_list":["post-11094","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-educacao","tag-ensino","tag-informalidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11094","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11094"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11094\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23883"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11094"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11094"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}