{"id":10994,"date":"2012-08-16T00:00:00","date_gmt":"2012-08-16T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/artigo-novo-fundeb-grandiosa-reacao-ao-desmonte-dos-investimentos-na-educacao\/"},"modified":"2024-12-10T18:19:21","modified_gmt":"2024-12-10T21:19:21","slug":"artigo-novo-fundeb-grandiosa-reacao-ao-desmonte-dos-investimentos-na-educacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/artigo-novo-fundeb-grandiosa-reacao-ao-desmonte-dos-investimentos-na-educacao\/","title":{"rendered":"\u2018Jos\u00e9 Dirceu n\u00e3o est\u00e1 sendo julgado pelo mensal\u00e3o\u2019 Fernando Morais"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>&nbsp;&ldquo;Jos&eacute; Dirceu, que &eacute; o personagem mais importante, n&atilde;o est&aacute; sendo julgado pelo mensal&atilde;o, mas pelo que ele foi ao longo da vida. O que est&aacute; sendo julgado a&iacute; &eacute; o PT, &eacute; o governo Lula.&quot; Fernando Morais<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Fernando Morais come&ccedil;ou no jornalismo aos 15 anos. Em 1961, trabalhava como office boy na pequena revista de um banco em Belo Horizonte, quando teve que cobrir a aus&ecirc;ncia do &uacute;nico jornalista da publica&ccedil;&atilde;o numa entrevista coletiva.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nMudou-se para S&atilde;o Paulo aos 18 anos e trabalhou nas reda&ccedil;&otilde;es de Veja,Jornal da Tarde, Folha de S&atilde;o Paulo, TV Cultura e portal IG. Recebeu tr&ecirc;s vezes o Pr&ecirc;mio Esso e quatro vezes o Pr&ecirc;mio Abril.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa &aacute;rea pol&iacute;tica, foi deputado estadual durante oito anos e Secret&aacute;rio de Cultura (1988-1991) e de Educa&ccedil;&atilde;o (1991-1993) do Estado de S&atilde;o Paulo, nos governos Orestes Qu&eacute;rcia e Luiz Ant&ocirc;nio Fleury Filho.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSeu primeiro sucesso editorial foi A Ilha (Livro), relato de uma viagem a Cuba. A partir da&iacute;, abandonou a rotina das reda&ccedil;&otilde;es para se dedicar &agrave; literatura. Pesquisador dedicado e ex&iacute;mio no tratamento de textos, publicou biografias e reportagens que venderam mais de dois milh&otilde;es de exemplares no Brasil e em outros pa&iacute;ses, tornando-se um dos escritores brasileiros mais lidos de todos os tempos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2003, tentou uma vaga na Academia Brasileira de Letras, mas foi derrotado por Marco Maciel, ex-senador e ex-vice-presidente da Rep&uacute;blica.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2005, um juiz de Goi&acirc;nia determinou, a pedido do deputado Ronaldo Caiado, a busca e apreens&atilde;o de edi&ccedil;&otilde;es de seu livro Na toca dos le&otilde;es. Neste livro, em que conta a trajet&oacute;ria da empresa de publicidade W\/Brasil, Morais refere-se de passagem a uma declara&ccedil;&atilde;o de Caiado, quando candidato a presidente da Rep&uacute;blica, de que, se eleito, mandaria esterilizar todas as mulheres nordestinas. Sob a alega&ccedil;&atilde;o de serem falsas tais afirma&ccedil;&otilde;es, Caiado obteve a apreens&atilde;o judicial da obra, sob pena de o escritor ter que pagar cinco mil reais de multa a cada vez que falasse do assunto. A decis&atilde;o, favor&aacute;vel ao deputado, foi anulada pelo Tribunal de Justi&ccedil;a de Goi&aacute;s. Mas a reviravolta n&atilde;o tardou, neste mesmo ano de 2005, a suposta fonte que acusara o deputado, o publicit&aacute;rio Gabriel Zellmeister, declarou &agrave; Justi&ccedil;a que nunca ouviu Ronaldo Caiado defender a id&eacute;ia. (Revista &Eacute;poca, 7 de novembro de 2005) No ano de 2012 a justi&ccedil;a manteve uma decis&atilde;o j&aacute; proferida em 2010 contra o escritor.<br \/>\nMorais foi condenado a indenizar Ronaldo Caiado, juntamente com a editora e o publicit&aacute;rio Gabriel Zellmeister, em R$ 1.200.000,00 por danos morais.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDesde 2006, Morais trabalha em dois projetos pol&ecirc;micos: a biografia do pol&iacute;tico baiano Ant&ocirc;nio Carlos Magalh&atilde;es e um livro em que o ex-ministro Jos&eacute; Dirceu narra sua passagem pelo Governo Lula.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAdapta&ccedil;&otilde;es para o cinema<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nLogo ap&oacute;s o lan&ccedil;amento da edi&ccedil;&atilde;o americana de Olga, os direitos de filmagem da biografia foram adquiridos por um est&uacute;dio de Hollywood. Produtores americanos chegaram a anunciar que Al Pacino faria o papel de Prestes. Mas Olga acabou indo &agrave;s telas numa produ&ccedil;&atilde;o da Globo Filmes de 2004, dirigida por Jayme Monjardim, com Camila Morgado no papel de Olga e Caco Ciocler, no de Prestes.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOutro livro de Morais, Chat&ocirc;, acabou por protagonizar um dos cap&iacute;tulos mais controversos da hist&oacute;ria do cinema brasileiro. Os direitos para o cinema foram adquiridos por Guilherme Fontes, ator sem maior experi&ecirc;ncia na produ&ccedil;&atilde;o de longas-metragens. As filmagens se iniciaram em 1995, mas foram logo interrompidas por falta de recursos financeiros. Novas capta&ccedil;&otilde;es, autorizadas pelo Minist&eacute;rio da Cultura, foram feitas mas, ap&oacute;s Fontes haver consumido R$ 8,6 milh&otilde;es as filmagens foram definitivamente canceladas, com a recusa do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o em aceitar a presta&ccedil;&atilde;o de contas do produtor.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nCora&ccedil;&otilde;es Sujos foi vendido para o cineasta Cac&aacute; Diegues, mas o projeto de finalizar o filme em 2005 n&atilde;o se concretizou.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm 2011, foi lan&ccedil;ado o filme Cora&ccedil;&otilde;es Sujos, do diretor Vicente Amorim, que conta com o ator Tsuyoshi Ihara (de Cartas de Iwo Jima) no elenco.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cJos\u00e9 Dirceu, que \u00e9 o personagem mais importante, n\u00e3o est\u00e1 sendo julgado pelo mensal\u00e3o, mas pelo que ele foi ao longo da vida. O que est\u00e1 sendo julgado a\u00ed \u00e9 o PT, \u00e9 o governo Lula.&#8221; Fernando Morais<br \/>\nCome\u00e7ou no jornalismo aos 15 anos. Em 1961, trabalhava como office boy na pequena revista de um banco em Belo Horizonte, quando teve que cobrir a aus\u00eancia do \u00fanico jornalista da publica\u00e7\u00e3o numa entrevista coletiva.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":23983,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[4896,3514,3260],"class_list":["post-10994","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-zeca-dirceu","tag-fernando-morais","tag-jose-dirceu","tag-mensalao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10994","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10994"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10994\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media\/23983"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}