{"id":10698,"date":"2012-07-24T00:00:00","date_gmt":"2012-07-24T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.zecadirceu.com.br\/revogacao-de-rastreamento-de-armas-por-bolsonaro-favorece-assaltos-como-o-de-criciuma\/"},"modified":"2024-12-10T18:20:49","modified_gmt":"2024-12-10T21:20:49","slug":"revogacao-de-rastreamento-de-armas-por-bolsonaro-favorece-assaltos-como-o-de-criciuma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/teste.bsb.br\/zeca\/revogacao-de-rastreamento-de-armas-por-bolsonaro-favorece-assaltos-como-o-de-criciuma\/","title":{"rendered":"Brasil cria 1 milh\u00e3o de empregos em 2012"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formais no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira (23). Com isso, a quantidade de trabalhadores com carteira assinada &eacute; 2,76% maior do que em dezembro de 2011.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO saldo entre demiss&otilde;es e admiss&otilde;es tem sido positivo h&aacute; dez anos (veja gr&aacute;fico). Em junho de 2012, foram gerados 120.440 postos de trabalho, equivalentes ao crescimento de 0,31% sobre a quantidade de assalariados do m&ecirc;s anterior. Houve expans&atilde;o do emprego em todos os oito setores de atividade econ&ocirc;mica. O total de admiss&otilde;es em junho foi de 1.732.327, o segundo maior para o m&ecirc;s, e o de desligamentos atingiu 1.611.887, o maior para o per&iacute;odo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNos &uacute;ltimos doze meses, houve um crescimento de 4,08% no n&iacute;vel de emprego, com o acr&eacute;scimo de 1.527.299 postos de trabalho, e, no per&iacute;odo de janeiro de 2011 a junho de 2012, o crescimento foi de 8,54%, representando um aumento de 3.064.257 vagas.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSetores &#8211; No primeiro semestre do ano, todos os oito setores de atividade econ&ocirc;mica apresentaram expans&atilde;o, com destaque para Servi&ccedil;os, com 469.699 postos (3,05%). Em seguida, est&aacute; a Constru&ccedil;&atilde;o Civil, com 205.907 postos (7,13%), que registrou seu terceiro maior saldo na s&eacute;rie semestral do Caged e a segunda maior taxa de crescimento entre os setores, para o per&iacute;odo.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nJ&aacute; o setor Agr&iacute;cola, com a cria&ccedil;&atilde;o de 135.440 empregos, obteve a maior taxa de crescimento do per&iacute;odo, com 8,69%. O Com&eacute;rcio abriu 56.122 postos (0,66%), e a Ind&uacute;stria de Transforma&ccedil;&atilde;o abriu 134.094 vagas (1,64%).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nRegi&otilde;es &#8211; Foi apresentado crescimento em todas as regi&otilde;es geogr&aacute;ficas, sendo que a Sudeste abriu 619.950 postos (3,03%); Sul, 203.253 postos (2,96%); Centro-Oeste, 152.403 postos (5,40%), o terceiro maior saldo para o per&iacute;odo; Norte, 44.565 postos (2,63%) e Nordeste, 27.743 postos (0,46%).<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSal&aacute;rio m&eacute;dio de admiss&atilde;o tem aumento real de 5,9%<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs sal&aacute;rios m&eacute;dios de admiss&atilde;o apresentaram um aumento real de 5,90% no primeiro semestre, passando de R$ 946,79 em 2011, para R$ 1.002,64 em 2012. O c&aacute;lculo leva em conta o &Iacute;ndice Nacional De Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC). Os dados do Caged apontam eleva&ccedil;&atilde;o generalizada no Pa&iacute;s.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs estados que apontaram os maiores ganhos reais foram: Acre (13,48%), Sergipe (9,92%), Par&aacute; (9,18%), Rio Grande do Norte (8,92%), Pernambuco (8,41%), Distrito Federal (8,32%) e Mato Grosso (8,19%). O crescimento real para os homens foi de 5,94%, e, para as mulheres, de 6,15%. Com esse resultado, a rela&ccedil;&atilde;o entre os sal&aacute;rios feminino e masculino passou de 86,25% em 2011 para 86,42% em 2012.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDez anos &#8211; O Caged apresenta uma tend&ecirc;ncia de crescimento nos sal&aacute;rios m&eacute;dios reais de admiss&atilde;o no per&iacute;odo de 2003 a 2012, com aumento real de 40,92%, ao passarem de R$ 711,51 para R$ 1.002,64, respectivamente. Esse resultado decorreu do aumento de 44,62% para os homens e 35,73% para as mulheres.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSecom<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil criou 1.047.914 novos postos de trabalho formais no primeiro semestre deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na segunda-feira (23). 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