Votação do mínimo será precedida de debate na Câmara, diz Marco Maia
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), afirmou que a votação do novo valor do salário mínimo será precedida por "um amplo debate". Como a votação está marcada para quarta-feira (16), Maia pretende transformar a sessão plenária de amanhã (15) em comissão geral. A sessão plenária da Câmara pode ser transformada em comissão geral para debater assunto relevante, projeto de iniciativa popular ou para ouvir ministro de Estado. A diferença entre os debates ocorridos durante a votação de matérias e a comissão geral é que, nessas ocasiões, além dos deputados, são convidados a falar representantes da sociedade relacionados ao tema debatido.
O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), afirmou que a votação do novo valor do salário mínimo será precedida por "um amplo debate". Como a votação está marcada para quarta-feira (16), Maia pretende transformar a sessão plenária de amanhã (15) em comissão geral.
A sessão plenária da Câmara pode ser transformada em comissão geral para debater assunto relevante, projeto de iniciativa popular ou para ouvir ministro de Estado. A diferença entre os debates ocorridos durante a votação de matérias e a comissão geral é que, nessas ocasiões, além dos deputados, são convidados a falar representantes da sociedade relacionados ao tema debatido.
“Vamos ouvir empresários, sindicalistas, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que vai trazer argumentos do governo, e parlamentares da oposição”, afirmou Maia na manhã desta sexta-feira, em entrevista na TV Câmara
A atual regra de reajuste para o salário mínimo prevê reposição da inflação do ano anterior e aumento real com base no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes – em 2009, a variação do PIB foi zero, em razão da crise econômica mundial iniciada em 2008. Essa regra teria inicialmente validade até 2023, mas o governo da presidente Dilma Rousseff deve propor a redução do prazo para 2014.
Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também deverá participar da comissão geral da Câmara. Na última quarta-feira (9), o ministro anunciou uma previsão de cortes de R$ 50 bilhões no orçamento da União deste ano.
