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Visita técnica para diagnosticar problemas da fronteira

Na última semana participei no Palácio das Araucárias em Curitiba, da reunião do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, com o Governo do Estado, para buscar soluções para melhorar a segurança no Paraná. Após o encontro, o secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, disse que será feita uma visita técnica na região de fronteira, com autoridades do Ministério da Justiça e da Secretaria de Segurança Pública. A atividade acontece esta semana e vai dar início a um amplo diagnóstico da região de fronteira. “É uma região que precisa de atenção permanente, com compreensão da dimensão geográfica e sua da importância geopolítica”, afirmou o Almeida César.

 Na última semana participei no Palácio das Araucárias em Curitiba, da reunião do Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, com o Governo do Estado, para buscar soluções para melhorar a segurança no Paraná. Após o encontro, o secretário da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, disse que será feita uma visita técnica na região de fronteira, com autoridades do Ministério da Justiça e da Secretaria de Segurança Pública.

 
A atividade acontece esta semana e vai dar início a um amplo diagnóstico da região de fronteira. “É uma região que precisa de atenção permanente, com compreensão da dimensão geográfica e sua da importância geopolítica”, afirmou o Almeida César.
 
“A questão não se resume apenas a Foz do Iguaçu, como erroneamente se imagina, mas envolve todas as cidades da extensa região que cobre o Sudoeste, o Oeste e o Noroeste do Paraná”, disse. 
 
O Paraná tem 139 municípios na faixa de fronteira, 20 deles na linha de fronteira, que vai desde Barracão a Guaíra. O planejamento para atender a região deverá levar em conta também os municípios de Cascavel, Medianeira, Toledo, Marechal Cândido Rondon. “É preciso fazer um grande cinturão de proteção para o estado do Paraná”, disse. 
 
Almeida César afirmou que o encontro com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, traz as melhores expectativas possíveis para o enfrentamento da criminalidade e da violência no Paraná, porque representa a possibilidade de dar uma resposta permanente sobre essa questão para a sociedade organizada.
 
“Não podemos mais conviver com ações pontuais, midiáticas, que não se projetam ao longo do tempo”, disse ele. “Fizemos uma declaração política de vontade de integração com o Governo Federal, porque ninguém faz nada em segurança pública se não estiver integrado. Não existe a figura do super-herói”, disse o secretário. 
 
Almeida César reforçou a importância de que além de integrado, o trabalho tenha planejamento e boas técnicas operacionais. E disse que o combate à droga, ao lado do combate ao tráfico de armas, munições, o roubo de carga, o contrabando, a lavagem de dinheiro, são prioridades absolutas nesta gestão do Governo do Paraná. 
 
De acordo com o ministro Cardozo, a atuação integrada de segurança pública no Paraná vai contar com a participação das Forças Armadas e terá aportes de sistemas de inteligência e outros instrumentos tecnológicos de ponta, como os Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), que podem atuar na região de fronteira. O Paraná terá bases desse programa.
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