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Veículos terão selo de eficiência energética

O governo exigirá da indústria automobilística a utilização de um selo de eficiência energética, como os carimbos identificados em aparelhos eletrodomésticos como geladeira e freezers. O uso do selo será obrigatório num prazo de 12 meses. A data para a medida entrar em vigor, no entanto, ainda não foi divulgada. O governo está negociando com a indústria o uso do selo, que já passou por testes de eficiência energética pelo Inmetro e o Ibama. Apesar do novo selo, o governo não adotará uma tributação diferenciada do IPI para os veículos que tiverem melhor eficiência enérgica.

O governo exigirá da indústria automobilística a utilização de um selo de eficiência energética, como os carimbos identificados em  aparelhos eletrodomésticos como geladeira e freezers. O uso do selo será obrigatório num prazo de 12 meses. A data para a medida entrar em vigor, no entanto, ainda não foi divulgada.

O  governo está negociando com a indústria o uso do selo, que já passou por testes de eficiência energética pelo Inmetro e o Ibama. Apesar do novo selo, o governo não adotará uma tributação diferenciada do IPI para os veículos que tiverem melhor eficiência enérgica. 

Uma mudança simples e rápida do IPI para os veículos com melhor eficiência energética beneficiaria neste momento apenas a produção importada. E o interesse do governo, é estimular o desenvolvimento de tecnologia e a produção no Brasil.

Nessa política de estímulo a tecnologias de maior eficiência energética, o governo vai garantir incentivos fiscais e financeiros para o desenvolvimento de tecnologias automotivas. Não somente para carros elétricos como também para veículos flex.

Desde o ano passado o governo discute com a indústria, em um grupo de trabalho, essa política de incentivo à maior eficiência energética. Essa discussão surgiu com os incentivos fiscais concedidos durante a crise financeira internacional, que permitiu a redução do IPI para produtos da linha branca com melhor eficiência energética.

Hoje o carro elétrico tem IPI mais elevado do que os veículos flex. Enquanto os flex têm alíquotas de 7%, 11% e 18%, os elétricos possuem alíquota de 25%.

O interesse do governo é fazer uma redução da alíquota para veículos elétricos porque incentivaria apenas a importação de produtos. Essa discussão sobre veículos híbridos abre uma janela de oportunidades tecnológicas e o Brasil, como um grande mercado, deve promover essas mudanças tecnológicas.

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