Valec vai estudar viabilidade do ramal Cascavel-Dourados-Maracaju da Ferroeste
A Ferroeste entregou nesta sexta-feira, 11, à Valec em Brasília, o projeto executivo do ramal ferroviário que ligará Cascavel a Guaíra. Dentro de 15 dias, a estatal ligado ao Ministério do Transporte vai publicar o edital para contratação de empresa para fazer o estudo de viabilidade e de traçado do ramal Cascavel-Dourados-Maracaju. O projeto já fora incluído no PAC-1 em 2008, mas não progrediu. Com custo estimado de R$ 1,6 bilhão, a proposta deve ser incluída no PAC-2. A execução da ferrovia, conforme as expecativas, deve começar em 2012. A saída por trem por Paranaguá é a melhor alternativa para escoar a produção daquela região do centro-oeste brasileiro, que chega a 5 milhões de toneladas de grãos, 2,5 bilhões de litros de álcool e 1,5 milhão de toneladas de açúcar para exportação, por ano.
A Ferroeste entregou nesta sexta-feira, 11, à Valec em Brasília, o projeto executivo do ramal ferroviário que ligará Cascavel a Guaíra. Dentro de 15 dias, a estatal ligado ao Ministério do Transporte vai publicar o edital para contratação de empresa para fazer o estudo de viabilidade e de traçado do ramal Cascavel-Dourados-Maracaju.
O projeto já fora incluído no PAC-1 em 2008, mas não progrediu. Com custo estimado de R$ 1,6 bilhão, a proposta deve ser incluída no PAC-2. A execução da ferrovia, conforme as expecativas, deve começar em 2012.
A saída por trem por Paranaguá é a melhor alternativa para escoar a produção daquela região do centro-oeste brasileiro, que chega a 5 milhões de toneladas de grãos, 2,5 bilhões de litros de álcool e 1,5 milhão de toneladas de açúcar para exportação, por ano.
Para estudar a viabilidade das novas linhas da Ferroeste, o Ministério dos Transportes criou em fevereiro um grupo de trabalho. Integram o colegiado, representantes dos governos do Paraná e do Mato Grosso do Sul, Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e Valec.
Segundo a Ferroeste, o produtor economiza em torno de um dólar por tonelada transportada por ferrovia em relação ao transporte rodoviário. Para ele, este é um dinheiro que fica na cadeia produtiva. No caso do Mato Grosso do Sul, são aproximadamente US$ 5 milhões apenas da safra de grãos. No Paraná podem ser pelo menos outros US$ 8 milhões.
Outra vantagem é o tempo ganho no transporte. De caminhão, do Mato Grosso do Sul a Paranaguá, a viagem dura em torno de três dias. Pela ferrovia, o percurso pode ser feito em 18 horas
