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Uma posição a favor do Paraná

Os ataques da oposição caíram no desvão e não impediram o ritmo da agenda de trabalho do governo Dilma. Enquanto PSDB e Democratas tentam criar fatos e factóides, as obras do PAC, de outros programas, projetos e ações de governo seguem em todos os estados e com grande apoio dos brasileiros. A ‘crise’ alardeada também não teve nenhum efeito prático na política econômica e social. O governo não para. Acaba de lançar o programa “Brasil Sem Miséria” que vai retirar milhares de brasileiros da linha da pobreza nos próximos anos.

Zeca Dirceu

Os ataques da oposição caíram no desvão e não impediram o ritmo da agenda de trabalho do governo Dilma. Enquanto PSDB e Democratas tentam criar fatos e factóides, as obras do PAC, de outros programas, projetos e ações de governo seguem em todos os estados e com grande apoio dos brasileiros. A ‘crise’ alardeada também não teve nenhum efeito prático na política econômica e social.

O governo não para. Acaba de lançar o programa “Brasil Sem Miséria” que vai retirar milhares de brasileiros da linha da pobreza nos próximos anos. Também implantou o Programa Nacional de Banda Larga, que vai garantir o acesso da população à internet de alta velocidade, investiu ainda em bolsas de estudo no exterior para os universitários brasileiros e propôs o debate proativo sobre temas de relevância aos brasileiros, entre elas, a reforma política e a reforma tributária.

A prova de que os brasileiros estão mais interessados e atentos no trabalho do governo e não em especulação política, é a recente pesquisa de avaliação Datafolha do governo e da presidenta Dilma. A pesquisa mostrou um alto índice de aprovação, superior a 60%, do governo, mesmo depois de todo o barulho provocado pelos oposicionistas e para a insatisfação e desespero de alguns caciques tucanos e dos demos.

A preocupação do governo é com a economia, o crescimento sustentável da nação em todos os setores e com a sequência das propostas apresentadas nos últimos anos. Ao contrário da oposição que joga no quanto pior, melhor, o governo Dilma busca trabalhar e apresentar projetos para resolver os problemas mais urgentes e promover o desenvolvimento do país.

As manobras tentam desestruturar a base política do governo, ao obstruírem, por exemplo, votações importantes no Congresso Nacional ou mesmo dificultarem a aprovação de projetos de grande relevância para a sociedade. Há, notoriamente, uma preocupação latente da oposição com as próximas eleições, em 2012, na tentativa de minar a capacidade política do governo. Acontece que a população demanda por trabalho e o governo segue, ininterruptamente, com uma agenda de obras e projetos em todo o Brasil.

No Paraná, por exemplo, todos os projetos de relevância têm apoio, incentivo e recursos do governo federal. Isso porque, os governos federal, estadual e municipal, devem atuar em sintonia para melhorar as condições de vida da população, independentemente de sigla partidária ou bandeira ideológica.

Nesse caso, não existe oposição ou situação, mas apenas a população que demanda pelos seus direitos de cidadania. A única preocupação que tenho, neste momento, é ajudar o desenvolvimento do Paraná – um estado governado pelo PSDB – sem rusgas, fricções ou rixas, que prejudiquem os interesses do povo paranaense.

Para exemplificar o trabalho voltado ao Paraná, em audiência, neste mês, com o presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, propus a ampliação do programa Minha Casa, Minha Vida aos municípios do noroeste paranaense, entre os quais Umuarama, Cianorte, Campo Mourão e Paranavaí. As necessidades apresentadas pelos municípios vão ao encontro das metas do programa, tanto que presidenta Dilma enviou medida provisória ao Congresso Nacional, ampliando o programa para mais de dois milhões de casas.

Outro trabalho acontece em parceria com o Banco do Brasil, que vai abrir linhas de crédito aos produtores da região do Arenito Caiuá, que contempla cerca de 100 municípios no Noroeste do Paraná. O apoio vai fortalecer a cadeia produtiva de leite e mandioca na região.

O exemplo do Paraná é emblemático da relação do governo Dilma com os estados. O Paraná é governado pelo PSDB, em franca e sistemática oposição no Congresso Nacional, mas o estado é tratado com recursos obras e programas.

Senão vejamos, o Paraná está recebendo o primeiro Gabinete de Segurança Integrada de Fronteira do País, lançado em Foz do Iguaçu. O governo também lançou o Plano Estratégico de Fronteiras, numa iniciativa que prevê uma série de operações integradas entre os órgãos de segurança pública federais e as Forças Armadas para prevenir e reprimir ilícitos transnacionais.

Em março, apresentei um inventário sobre os investimentos previstos pelo governo federal no Paraná, por meio do PAC. No total, são mais de R$ 3 bilhões em obras de infraestrutura programadas para começar este ano até 2014.  O governo fará aporte financeiro em várias outras obras de infraestrutura rodoviária e de transportes no Estado. Serão, por exemplo, R$ 250 milhões para a implantação da BR 487- Estrada da Boiadeira; outros R$ 252 milhões para a execução da BR 158 e mais R$ 150 milhões para a conclusão dos trechos da BR 153. As obras do Contorno Sul de Curitiba terão aporte de R$ 120 milhões.

Outra grande obra que receberá recursos da União é construção da segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai, em Foz do Iguaçu. O governo vai repassar R$ 330 milhões para sua execução. A obra faz parte do plano do governo federal em recuperar 47 pontes em todo o Paraná, que prevê aporte de mais R$ 180 milhões. Além da nova ponte, Foz também receberá R$ 30 milhões em investimentos para a ampliação do Aeroporto Internacional do município, que será uma das subsedes da Copa de 2014.

O governo programou também no orçamento mais R$ 310 milhões para a construção da nova pista do aeroporto Afonso Pena em São José dos Pinhais, mais adequação do terminal de passageiros, ampliação do terminal de cargas e o estacionamento. E, também na região oeste, são mais R$ 7 milhões para a retomada do projeto da Ferroeste, outra importante reivindicação dos paranaenses. Não se podem esquecer os R$ 50 milhões reservados pela União ao Governo do Paraná para investimentos no Porto de Paranaguá.

Já na área de saúde, 67 cidades do Estado vão receber Unidades de Pronto-Atendimento 24 Horas e Unidades Básicas de Saúde. Na educação, o destaque fica por conta do plano de expansão dos Institutos Federais Tecnológicos de 12 campi para mais oito campi. A Unila, em Foz do Iguaçu, será maior universidade latinoamericana e terá um investimento superior a R$ 240 milhões só na sua primeira etapa e vai gerar 2,6 mil empregos.

Todas essas ações, projetos e investimentos federais no Paraná, comprovam o interesse do governo em atuar de maneira conjunta com todos os atores sociais e políticos, sem distinção partidária, em prol dos paranaenses e dos interesses públicos da sociedade em nosso pujante Estado.

Zeca Dirceu, 32 anos, é deputado federal pelo PT do Paraná e vice-líder do partido na Câmara dos Deputados – www.zecadirceu.com.brwww.twitter.com/zeca_dirceu

 

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