Ir para o conteúdo

Senado analisa Programa Federal de Educação Integral

Em toda a minha trajetória política e aqui mesmo neste blog, sempre defendi a implantação de escolas em tempo integral no Paraná e no Brasil. Pois bem, o Senado Federal analisa o projeto de lei ((PLS 320/08) que estabelece o Programa Federal de Educação Integral de Qualidade para Todos, que deverá ser implantado em escolas estaduais, municipais e do Distrito Federal.

Em toda a minha trajetória política e aqui mesmo neste blog, sempre defendi a implantação de escolas em tempo integral no Paraná e no Brasil. Pois bem, o Senado Federal analisa o projeto de lei ((PLS 320/08) que estabelece o Programa Federal de Educação Integral de Qualidade para Todos, que deverá ser implantado em escolas estaduais, municipais e do Distrito Federal. O projeto assegura o ingresso todos os anos de pelo menos três milhões de novos alunos no sistema de ensino integral, a contratação de professores por meio de concurso público federal, e a oferta de bons salários aos profissionais da área de educação. A proposição autoriza ainda o Executivo a criar a Carreira Nacional do Magistério da Educação de Base.
Caso seja aprovado, o projeto certamente elevará a educação a um patamar de alto padrão e qualidade, com a valorização de professores e o fortalecimento do sistema de ensino. Somente pela educação, vamos garantir o futuro do desenvolvimento da nação, aumentar a capacidade de produção intelectual da população e garantir melhores oportunidades profissionais aos jovens brasileiros.  
O programa, de acordo com o projeto, será implantado por cidades, sob supervisão do Ministério da Educação e com a colaboração dos governos locais – do Distrito Federal, do estado ou do município onde se localize a escola. E deverá incluir ao menos três milhões de alunos por ano, concentrados nas cidades escolhidas para abrigar o programa.
Essas cidades, ainda segundo o projeto, oferecerão horário integral em todas as suas escolas e os meios para a modernização dos equipamentos pedagógicos e das edificações escolares. As escolas das cidades participantes serão administradas de forma descentralizada, sob a coordenação de prefeitos e governadores.
Segundo a proposta, o ingresso na carreira nacional ocorrerá exclusivamente por meio de concurso público nacional, coordenado pelo Ministério da Educação. O plano de cargos e salários da carreira será o mesmo adotado pelo Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro. Com isso, o salário médio do magistério subiria dos atuais R$ 1,3 mil para R$ 4 mil, salário médio do Pedro II, como lembrou o senador ao apresentar o projeto.
Ao ritmo de três milhões de novos alunos por ano, ressalta o senador, a implantação do novo programa custaria R$ 10 bilhões anuais – dos quais R$ 8 bilhões para salários de professores e R$ 2 bilhões em edificações e equipamentos. Em sua opinião, a implantação gradual do programa, por cidades definidas pelo governo federal, permitiria ao país dar um salto de qualidade na educação.
 
Continue lendo

Leia também

Direto no seu celular

Receba as ações do mandato

Cadastre-se e acompanhe em primeira mão as ações do mandato e as conquistas para a sua cidade.