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Relações Exteriores aprova novo acordo de Itaipu entre Brasil e Paraguai

A Comissão de Relações Exteriores do Senaddo Federal aprovou a elevação da quantia paga pelo Brasil ao Paraguai pela cessão de energia de Itaipu - de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões anuais. O projeto, um decreto legislativo, recebeu parecer favorável da relatora Gleisi Hoffmann (PT-PR), e segue agora para votação em plenário, o que deve ocorrer na próxima semana. A presidenta Dilma Rousseff adiantou que pretende visitar o Paraguai já em maio e pretende levar ao presidente Fernando Lugo, o acordo já aprovado pelo Congresso Nacional. O Tratado de Itaipu estabelece que a energia produzida por Itaipu será dividida em partes iguais entre Brasil e Paraguai e assegura a cada um dos dois países adquirir, até 2023, a energia não utilizada pelo outro. "Estamos pagando um preço muito barato pela energia. Em 2023, a usina estará paga e teremos de discutir royalties e preço de energia. Meu medo é ter de implorar ao Paraguai para nos vender energia, que poderá ser vendida à Argentina ou ao Chile. Não estamos fazendo um benefício ao Paraguai. O acordo dá ao Brasil condições de negociar com o Paraguai em outro patamar", disse Gleisi.

A Comissão de Relações Exteriores do Senaddo Federal aprovou a elevação da quantia paga pelo Brasil ao Paraguai pela cessão de energia de Itaipu – de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões anuais. O projeto, um decreto legislativo, recebeu parecer favorável da relatora Gleisi Hoffmann (PT-PR), e segue agora para votação em plenário, o que deve ocorrer na próxima semana.

A presidenta Dilma Rousseff adiantou que pretende visitar o Paraguai já em maio e pretende levar ao presidente Fernando Lugo, o acordo já aprovado pelo Congresso Nacional. O Tratado de Itaipu estabelece que a energia produzida por Itaipu será dividida em partes iguais entre Brasil e Paraguai e assegura a cada um dos dois países adquirir, até 2023, a energia não utilizada pelo outro.

"Estamos pagando um preço muito barato pela energia. Em 2023, a usina estará paga e teremos de discutir royalties e preço de energia. Meu medo é ter de implorar ao Paraguai para nos vender energia, que poderá ser vendida à Argentina ou ao Chile. Não estamos fazendo um benefício ao Paraguai. O acordo dá ao Brasil condições de negociar com o Paraguai em outro patamar", disse Gleisi.

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