PT constrói um Brasil mais igual
O Brasil ficou menos desigual na última década, segundo dados do IBGE. As cidades do NE, por exemplo, lideram os ganhos de renda per capita e as paulistas são as que menos avançaram em melhora da renda, entre 2000 e 2010. Desses municípios, metade é do Nordeste e apenas um - Franco da Rocha - é de São Paulo. Já na lista dos 50 que menos progrediram 36 ficam no Estado de São Paulo.
O Brasil ficou menos desigual na última década, segundo dados do IBGE. As cidades do NE, por exemplo, lideram os ganhos de renda per capita e as paulistas são as que menos avançaram em melhora da renda, entre 2000 e 2010. Desses municípios, metade é do Nordeste e apenas um – Franco da Rocha – é de São Paulo. Já na lista dos 50 que menos progrediram 36 ficam no Estado de São Paulo.
O governo do PT tem uma preocupação especial com a descentralização da renda e com o equilíbrio econômico e social em todo o país. O governo não se atém a sigla partidária ou bandeira ideológica para atender a população brasileira.
O pensamento governista é totalmente contrário às ações da oposição, em especial do DEM e dos Tucanos do PSDB. Esses grupos, por sua vez, tentam, a todo o custo, dificultar a implantação dos programas sociais e federais. O resultado desse comportamento tacanho e egocêntrico são os próprios resultados do Estado de São Paulo, o mais rico do país, mas governado de maneira pífia pela administração oposicionista.
Hoje, o TO, por exemplo, é o Estado líder em melhora de renda no período – melhorou 50%. Abaixo dele, pela ordem de melhora da renda vem quatro Estados do Nordeste: MA, 46%; PI, 42%; SE, 41% e PB, 37%. Já SP ocupa a última posição no ranking dos 27 estados – a renda aqui cresceu 3% na década.
O IBGE e os especialistas coincidem na análise das três causas da melhora: os investimentos regionais; o Bolsa Família; e o salário mínimo. Neste último caso, o mínimo teve aumentos reais acima da inflação no governo Lula. A mídia não registra, mas 8 dos 10 anos, com registros substanciais de melhorar sociail e econômica, ocorreram na administração do PT/Lula.
Os dados deste Censo Demográfico 2010 mostram ainda que 8,5% dos brasileiros vivem em domicílios com renda familiar mensal de até R$ 70,00 por pessoa. E outros 4 milhões de domicílios miseráveis – com moradores abaixo da linha da pobreza extrema. Em 1,62 milhão destes 4 milhões de domicílio, estão as famílias sem renda. Entre os estados, o MA tem a maior proporção de miseráveis: um em cada quatro moradores.
Os dados obtidos neste Censo, divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento Social, justificam, sem dúvida, as ações do programa “Brasil Sem Miséria” – principal programa social da gestão Dilma e com meta de atingir 16,3 milhões de pessoas. Com essas ações do governo, há a tendência de que a situação destes brasileiros, situados no campo da miséria, melhore substancialmente, a partir de agora.
Aqui, no Paraná, o governo PT trabalha de forma imparcial para a implantação de programas sociais e para a promoção do desenvolvimento socioeconômico do Estado. Não nos amarramos às siglas de partidos ou rivalidades com a oposição, que atualmente governa o Paraná. Mesmo sob a administração do PSDB, em oposição direta no Congresso Nacional, o governo segue, de forma ininterrupta, com recursos, obras e programas implantados no Estado.
Como chefe do Escritório Regional (Umuarama) da Secretaria Estadual de Trabalho, pude coordenar vários programas e ações, no Estado, na área social, entre elas o Leite das Crianças, o programa federal Bolsa Família, o Compra Direta e outras tantas tarifas sociais, como a redução da conta de água e luz, para as famílias paranaenses. Esse trabalho comprovou, em parte, o interesse do governo e a coesão das políticas públicas, federal e estadual, na oportunidade, voltada para o desenvolvimento do Paraná, sem distinção partidária.
Vale lembrar que, recentemente, em março, apresentei um inventário sobre os investimentos previstos pelo governo federal no Paraná, por meio do PAC. No total, são mais de R$ 3 bilhões em obras de infraestrutura programadas para começar este ano até 2014.
Tudo isso resultado da sintonia entre o governo federal, o governo estadual e os municípios paranaenses, mostrando o verdadeiro e único interesse do PT, o de promover a inclusão social e o desenvolvimento econômico do Paraná, ao contrário de muitos peessedebistas e democratas, preocupados, exclusivamente, em atrapalhar o progresso coletivo, em prol de interesses personalistas, ao seguirem a política do “quanto pior, melhor”.
