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Projeto de Arenito Caiuá tem apoio de Zeca

O deputado Zeca Dirceu (PT-PR) desde o inicio do mandato, vem dando suas contribuições para concretização do Programa de Desenvolvimento do Arenito Caiuá. Por meio de audiência, o parlamentar tem articulado junto as instituições responsáveis, mais recursos aos produtores rurais da Região. (Assessoria de Imprensa Zeca Dirceu)




A luta por projetos que ajudem a consolidar uma nova realidade econômica e social para o Paraná tem sido uma constante no exercício do mandato de Zeca Dirceu. Um dos bons exemplos disso é a articulação, em parceria com a senadora Gleisi Hoffmann, também do PT, que resultou na criação do Programa de Desenvolvimento do Arenito Caiuá.

Capitaneado pelo Banco do Brasil, o projeto foi lançado no final de maio na cidade de Paranavaí e oferece linhas de crédito diferenciadas para produtores rurais de mais de 100 municípios do Noroeste, todos assentados sobre o frágil solo conhecido como Arenito Caiuá. Nos próximos cinco anos, serão disponibilizados R$ 2,5 bilhões para apoiar os produtores desta região.

Mas o trabalho para viabilizar o projeto começou meses antes, em sucessivas reuniões com a superintendência estadual do BB. Zeca e Gleisi iniciaram as negociações com o Banco do Brasil ainda no mês de fevereiro, e tiveram todo o apoio da cúpula da instituição, representada pelo diretor de Crédito, Walter Malieni Júnior, e pelo superintendente de Negócios Varejo, Paulo Roberto Meinerz.

A partir disso, um grupo de técnicos do banco percorreu os municípios para conhecer as potencialidades econômicas e formatar o projeto. “Com este programa, que vai beneficiar mais de três milhões de paranaenses em mais de 100 municípios, o Banco do Brasil cumpre sua função de agente financeiro, mas também mostra disposição em colaborar para o desenvolvimento sustentável”, afirma Zeca Dirceu.

Arenito

O solo conhecido como Arenito Caiuá se espalha por um conjunto de mais de 100 cidades do Noroeste paranaense e tem como principal característica a composição arenosa e frágil, ao contrário da forte terra vermelha que predomina na região Norte do Estado. E esta fragilidade acabou sendo acentuada ao longo da segunda metade do século passado, período em que predominou a monocultura do café, depois do algodão e por último da cana-de-açúcar.

A diversidade de culturas é um fenômeno recente nesta grande faixa de terra que ocupa uma área de 3,2 milhões de hectares. No Arenito Caiuá, estão em funcionamento atualmente várias associações e cooperativas ligadas à agricultura, que geram produções de grande escala na pecuária de corte e leiteira, na cadeia produtiva da mandioca, na avicultura de corte e na fruticultura, exatamente os primeiros setores que terão acesso às linhas de crédito do Programa de Desenvolvimento.

(Assessoria de Inmprensa Zeca Dirceu)

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