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Política social é igual a giro econômico, renda distribuída e contratação de profissionais

A política social implantada pelo governo federal fomenta a economia, distribui a renda e também incentiva a contratação de profissionais de diferentes áreas, responsáveis pela manutenção e ordenamento desses programas ‘humanitários’. As pesquisadoras das universidades católicas de São Paulo e do Rio Grande do Sul, Raquel Raichelis e Berenice Couto, respectivamente, atestam esse cenário

A política social implantada pelo governo federal fomenta a economia, distribui a renda e também incentiva a contratação de profissionais de diferentes áreas, responsáveis pela manutenção e ordenamento desses programas ‘humanitários’. As pesquisadoras das universidades católicas de São Paulo e do Rio Grande do Sul, Raquel Raichelis e Berenice Couto, respectivamente, atestam esse cenário.

Em estudo criterioso sobre os temas relacionados à política pública de assistência social, chegaram a conclusão de que o implemento desses projetos impulsionada, consequentemente, a ampliação do número de profissionais. O resultado da análise é este: “O Sistema Único de Assistência Social (Suas) reúne trabalhadores de diversas áreas do conhecimento, como assistentes sociais, pedagogos, psicólogos, sociólogos, advogados e antropólogos, entre outros importantes profissionais de nível superior e médio”.

No último dia do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Suas, promovido pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) com apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), nesta quinta-feira (31), em Brasília, as professoras apresentaram dados de pesquisa feita entre 2005 e 2010 e falaram sobre a complexidade da política pública destinada a famílias e indivíduos de todo o País. Berenice Couto destacou que o estudo se transformou no livro “O Sistema Único de Assistência Social no Brasil: uma realidade em movimento”.

Compromisso – “O universo de trabalhadores no Suas é heterogêneo, composto pela rede estatal que reúne todas as esferas do governo. Há também uma extensa rede privada de entidades assistenciais”, acrescentou a professora Raquel Raichelis. Para atender às necessidades desse cenário, o secretário nacional de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, Paulo Jannuzzi, lembrou que o ministério tem o compromisso de possibilitar aos municípios o acesso a informações essenciais à gestão do Suas. “Queremos explorar todas as nossas bases de dados, pesquisas e informações para subsidiar a definição do perfil dos trabalhadores do Suas”, afirmou.

A secretária nacional de Assistência Social do MDS, Denise Colin, falou sobre a Norma Operacional Básica de Recursos Humanos do Suas, conhecida na área como NOB-RH. “A norma é um importante instrumento de gestão e controle social, referência para a atuação dos trabalhadores do Suas”, disse.

Pela Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), Bruno Câmara Pinto comentou o compromisso do ministério com os gestores municipais para melhorar a gestão do Bolsa Família, por meio do Índice de Gestão Descentralizada (IGD). “O incentivo do MDS com recursos do IGD tem dado certo. Os municípios estão integrando políticas da maneira mais eficiente possível”, completou.
 

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