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Plumas ao ar

No tucandato ninguém se entende. A briga recomeçou. A dez dias da convenção nacional do PSDB, o governador Geraldo Alckmin lançou José Serra a candidato à presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV). A iniciativa irritou os grupos do presidente nacional do partido, o deputado federal Sérgio Guerra, e do senador mineiro Aécio Neves, que articularam um manifesto de senadores pró-Tasso Jereissati na presidência do instituto ligado ao PSDB. Do blog do Zé Dirceu.

No tucandato ninguém se entende. A briga recomeçou. A dez dias da convenção nacional do PSDB, o governador Geraldo Alckmin lançou José Serra a candidato à presidência do Instituto Teotônio Vilela (ITV). A iniciativa irritou os grupos do presidente nacional do partido, o deputado federal Sérgio Guerra, e do senador mineiro Aécio Neves, que articularam um manifesto de senadores pró-Tasso Jereissati na presidência do instituto ligado ao PSDB.

Diante da reação contrária dos governadores peessedebistas, a turma do deixa-disso, para acomodar a situação, desengavetou até a criação do conselho político superior nacional, que já tinha sido rechaçado, no passado. A instância seria uma espécie de conselho, para abrigar notáveis de alta plumagem como Serra, Alckmin – os demais governadores do partido de Minas Gerais, Alagoas, Pará, Paraná- além de FHC, o próprio Aécio e outros…

Higienópolis, de novo 
 
Em outro front, no bairro paulistano de Higienópolis, os tucanos esticam o lenga-lenga para a aprovação da estação do Metrô no bairro. Prossegue a polêmica que foi promovida pelos moradores "diferenciados" da região – que rejeitaram a parada na esquina entre a rua Sergipe e a Avenida Angélica.
 
Como o caso já está pegando mal, Alckmin adiantou-se, ontem. Bateu o martelo e afirmou que seu destino será a rua Sergipe, em trecho entre a Avenida Angélica e rua Ceará. Acrescentou que seu projeto será, afinal, simples, nada suntuoso, a exemplo das últimas estações entregues à população.  A decisão foi comunicada contrariando nota do próprio Metrô, na qual se lia que “a definição (do local da estação ainda) depende da conclusão de estudos geotécnicos e do melhor posicionamento para a implantação da obra, de forma a causar menor impacto à região”.

A repercussão da declaração do governador tucano, mais uma vez, levantou questionamentos entre os “diferenciados". Em Higienópolis há o temor das desapropriações decorrentes da obra e do aumento de pessoas vindas de fora do bairro. Difícil descer do muro…

Do blog do Zé Dirceu.

 

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