Famílias em situação de extrema pobreza já começaram a receber complementação do Bolsa Família
Nada disso que está acontecendo no Brasil ocorre por inércia. É uma vontade política de estar com o povo. São frutos da relevância que o governo federal dá ao combate à extrema pobreza.
Os 2, 5 milhões de beneficiários do Bolsa Família que ainda vivem em situação de extrema pobreza começaram a receber, na sexta-feira (15), a complementação de renda que fará com que as famílias tenham renda per capta mínima de R$ 70 por mês. A medida foi anunciada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 19 de fevereiro e tem por objetivo superar a pobreza extrema no país.
Além do Benefício da Superação da Extrema Pobreza (BSP), os recursos do Bolsa Família começaram a ser pagos na sexta-feira a 13,8 milhões de famílias. São R$ 2 bilhões, a serem depositados nas contas dos beneficiários até o dia 28 deste mês, como prevê o calendário anual do programa.
Em dois anos, o Plano Brasil sem Miséria contabiliza a retirada de 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza. As primeiras famílias a receberem a complementação de renda mensal para garantir recursos per capta mínimo de R$ 70 ao mês foram as que contavam com crianças de até 6 anos, por meio do Programa Brasil Carinhoso, lançado em maio de 2012. Em dezembro passado, o benefício foi ampliado para as famílias com crianças e adolescentes de até 15 anos.
Com o pagamento deste mês, não haverá mais família no Bolsa Família com renda mensal inferior a R$ 70 por pessoa. Esse é o valor usado como referência pelo Plano Brasil Sem Miséria e representa o primeiro passo para que esse público possa superar a situação de extrema pobreza, que envolve outras variáveis além da renda. A concessão é automática e as famílias recebem avisos sobre o novo benefício em seus extratos bancários de pagamento.
Nordeste é região mais beneficiada
A Região Nordeste será, novamente, a maior beneficiada com o acréscimo no pagamento. Bahia, Pernambuco, Maranhão e Ceará são os estados com maiores quantidades de beneficiários da complementação de renda nesta terceira etapa. Somados o Bolsa Família e o BSP, o Nordeste recebe mensalmente um montante superior a R$ 1 bilhão. Esses recursos ajudam a movimentar a economia da região.
O valor do complemento varia de acordo com a necessidade de cada família. O cálculo é feito de forma individualizada para que o beneficiário receba a quantia necessária à superação do limite de R$ 70 por pessoa. Além destas famílias que começaram a receber a complementação, estima-se que outras 700 mil em situação de extrema pobreza ainda estão fora do Cadastro Único.
Por isso, o governo federal tem desenvolvido, em parceria com estados e municípios, ações de busca ativa destas famílias, para que também sejam beneficiadas pelo programa.
Qualificação profissional
Aliado à garantia de renda, o plano de superação da extrema pobreza também promove ações de inclusão produtiva – como qualificação profissional, assistência técnica e extensão rural e fomento à produção – e de acesso a bens e serviços públicos, em especial nas áreas de saúde, educação, habitação, acesso à água e à energia elétrica.
Fonte: Portal Planalto
Foto: Internet
Além do Benefício da Superação da Extrema Pobreza (BSP), os recursos do Bolsa Família começaram a ser pagos na sexta-feira a 13,8 milhões de famílias. São R$ 2 bilhões, a serem depositados nas contas dos beneficiários até o dia 28 deste mês, como prevê o calendário anual do programa.
Em dois anos, o Plano Brasil sem Miséria contabiliza a retirada de 22 milhões de brasileiros da extrema pobreza. As primeiras famílias a receberem a complementação de renda mensal para garantir recursos per capta mínimo de R$ 70 ao mês foram as que contavam com crianças de até 6 anos, por meio do Programa Brasil Carinhoso, lançado em maio de 2012. Em dezembro passado, o benefício foi ampliado para as famílias com crianças e adolescentes de até 15 anos.
Com o pagamento deste mês, não haverá mais família no Bolsa Família com renda mensal inferior a R$ 70 por pessoa. Esse é o valor usado como referência pelo Plano Brasil Sem Miséria e representa o primeiro passo para que esse público possa superar a situação de extrema pobreza, que envolve outras variáveis além da renda. A concessão é automática e as famílias recebem avisos sobre o novo benefício em seus extratos bancários de pagamento.
Nordeste é região mais beneficiada
A Região Nordeste será, novamente, a maior beneficiada com o acréscimo no pagamento. Bahia, Pernambuco, Maranhão e Ceará são os estados com maiores quantidades de beneficiários da complementação de renda nesta terceira etapa. Somados o Bolsa Família e o BSP, o Nordeste recebe mensalmente um montante superior a R$ 1 bilhão. Esses recursos ajudam a movimentar a economia da região.
O valor do complemento varia de acordo com a necessidade de cada família. O cálculo é feito de forma individualizada para que o beneficiário receba a quantia necessária à superação do limite de R$ 70 por pessoa. Além destas famílias que começaram a receber a complementação, estima-se que outras 700 mil em situação de extrema pobreza ainda estão fora do Cadastro Único.
Por isso, o governo federal tem desenvolvido, em parceria com estados e municípios, ações de busca ativa destas famílias, para que também sejam beneficiadas pelo programa.
Qualificação profissional
Aliado à garantia de renda, o plano de superação da extrema pobreza também promove ações de inclusão produtiva – como qualificação profissional, assistência técnica e extensão rural e fomento à produção – e de acesso a bens e serviços públicos, em especial nas áreas de saúde, educação, habitação, acesso à água e à energia elétrica.
Fonte: Portal Planalto
Foto: Internet
