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Paulo Bernardo aposta em crescimento maior do PIB

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer entre 5 e 5,5%, em média, nos próximos quatro anos, quando o País terá um novo presidente da República. A análise foi feita no final de semana quando o ministro esteve em Londrina para reuniões com prefeitos e lideranças políticas de várias cidades do Norte do Paraná. Paulo Bernardo disse que o crescimento do PIB nos próximos anos será inferior ao índice deste ano, estimado entre 7,5 a 8%, mas destaca que será maior que a média dos oito anos do governo Lula, que ficará entre 4 e 4,1%. Da Folha de Londrina desta segunda-feira, 13.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deverá crescer entre 5 e 5,5%, em média, nos próximos quatro anos, quando o País terá um novo presidente da República. A análise foi feita em entrevista à FOLHA no final de semana quando o ministro esteve em Londrina para reuniões com prefeitos e lideranças políticas de várias cidades do Norte do Paraná.

Paulo Bernardo disse que o crescimento do PIB nos próximos anos será inferior ao índice deste ano, estimado entre 7,5 a 8%, mas destaca que será maior que a média dos oito anos do governo Lula, que ficará entre 4 e 4,1%.

Além dos investimentos na área social, outra prioridade do governo será investir no setor de infraestrutura ”para acompanhar o novo ritmo” e não apenas em função dos grandes eventos esportivos programados, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016.

Segundo o ministro, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prevê investimentos na ordem de R$ 5 bilhões para melhorias nos aeroportos do País, porque o setor aéreo registra um crescimento em torno de 20% ao ano. A estimativa é que 11 milhões de brasileiros vão viajar de avião pela primeira vez este ano.

Entre os aeroportos a serem melhorados, ele citou os de Londrina e Curitiba. No caso de Londrina, a ampliação da pista em cerca de 400 metros está na dependência apenas da liberação do terreno. Quanto ao Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, a previsão é se construir uma terceira pista com 4 mil metros de comprimento, o que depende também da liberação da área onde moram cerca de 150 famílias. As obras, segundo o ministro, estão sujeitas ”ao ritmo que a lei impõe”.
 

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