Órgãos de saúde precisam se organizar para conseguir setor oncológico, diz Zeca Dirceu
Procurado pelo Diário do Noroeste, o deputado federal Zeca Dirceu, declarado parceiro da administração municipal e parlamentar de maior votação em Paranavaí nas últimas eleições, afirmou que a vinda de uma unidade de tratamento oncológico depende do esforço de todos os órgãos ligados à saúde.
Procurado pelo Diário do Noroeste, o deputado federal Zeca Dirceu, declarado parceiro da administração municipal e parlamentar de maior votação em Paranavaí nas últimas eleições, afirmou que a vinda de uma unidade de tratamento oncológico depende do esforço de todos os órgãos ligados à saúde.
A declaração foi feita após o anúncio da liberação de R$ 505 milhões, feito pelo Ministério da Saúde (MS), para investimentos em hospitais para pacientes com câncer em todo o país. Na avaliação de Zeca Dirceu, o esforço conjunto é fundamental para que Paranavaí obtenha sucesso.
Ele defendeu que a Secretaria Municipal de Saúde, os profissionais da área, a Santa Casa, a 14ª Regional de Saúde, hospitais e o Conselho Municipal de Saúde precisam avaliar as exigências técnicas apresentadas pelo MS. Se houver condições de atendê-las, informar o Governo sobre a capacidade do município. “Tudo com base em critérios técnicos”, reforçou.
A intervenção política, disse o deputado federal, é importante nesta reivindicação, mas não é a principal ferramenta de que o município deve dispor. “Tenho conversado com o Governo Federal e apresentado o pedido de Paranavaí e região, mas há outras etapas que precisam ser cumpridas”, reiterou.
Para Zeca Dirceu, a mobilização popular também tem grande peso neste processo. Ele citou o esforço de voluntários que estão em contato direto com a comunidade para levantar o número real de pacientes vítimas de câncer em Paranavaí e municípios de toda a região.
De acordo com o deputado federal, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, sinalizou favoravelmente aos investimentos no Paraná, por isso, disse Zeca Dirceu, “vou continuar trabalhando para mostrar a carência da região no setor oncológico”.
Diário do Noroeste
