Bancada do Paraná define prioridades para Orçamento de 2014
Ficou definido que serão destinadas 20 emendas em conjunto, que, sendo aprovadas no Orçamento, irão beneficiar hospitais, instituições de educação federais e estaduais, e obras de infraestrutura de transportes.
Saúde e educação estão entre os principais contemplados
Os parlamentares que compõem a Bancada Paranaense definiram as emendas que serão apresentadas ao Orçamento da União de 2014, em reunião nesta quarta-feira (20). Ficou definido que serão destinadas 20 emendas em conjunto, que, sendo aprovadas no Orçamento, irão beneficiar hospitais, instituições de educação federais e estaduais, e obras de infraestrutura de transportes em diversos municípios do estado.
Do total, seis emendas irão beneficiar a área da saúde, contemplando os hospitais: Pequeno Príncipe, Santa Casa de Ponta Grossa, Metropolitano de Sarandi, Hospital Universitário de Londrina, Hospital Regional do Oeste (Toledo) e Hospital do Câncer de Umuarama – UOPECCAN.
Quatro emendas beneficiam o setor da educação, e irão contemplar a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), o Instituto Federal do Paraná (IFPR) e Universidades Estaduais.
Para a área de infraestrutura, serão destinados recursos para as seguintes obras: contorno de Maringá, viaduto Cataratas, em Cascavel e rodovia do Xisto, em Araucária. Serão destinados recursos ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT – para obras em Foz do Iguaçu, Londrina e Rolândia. A Embrapa, na região Sudoeste, e a ciclovia de Curitiba também receberão recursos.
Duas emendas serão destinadas à área de Segurança Pública: uma para o Sistema de Vigilância da Fronteira – Sisfron -, do Ministério da Defesa, e outra para o Departamento da Polícia Federal.
Valores e execução das emendas
De acordo com o deputado federal Zeca Dirceu, os valores de cada emenda ainda não foram definidos. “Nas próximas semanas nos reuniremos novamente para decidirmos essa questão”, destacou o parlamentar.
Ele explica que os recursos destinados por meio de emendas nem sempre são executados – podem ser cortados do Orçamento, evitando que as despesas da União não ultrapassem as receitas. Em alguns casos, mesmo constando do Orçamento, os recursos não chegam a ser empenhados pelo Executivo. Mas afirma que vai acompanhar cada etapa desse processo. “Até a liberação dos recursos iremos percorrer um longo caminho. Primeiro temos que vencer a etapa dos cortes. Depois disso, votamos a Lei Orçamentária e aguardamos o empenho e a execução por parte do Governo Federal, ao longo do ano de 2014. Não é tarefa fácil, mas não desisto da luta”, disse.
