Mídia tenta criar pânico, mas Brasil está preparado
É fato que o governo brasileiro está confiante de que o país está preparado para enfrentar um possível agravamento da crise econômica financeira que hoje afeta toda a esfera mundial. A robustez do nosso mercado interno e o sistema de câmbio flutuante capaz de absorver choques externos são dois fatores que contribuem para este preparo. Segundo o próprio presidente do nosso Banco Central, as medidas adotadas para a redução da queda do dólar e as reservas brasileiras em moeda estrangeira dão as país “capacidade de prover liquidez em momento de maior estresse da economia global”.
É fato que o governo brasileiro está confiante de que o país está preparado para enfrentar um possível agravamento da crise econômica financeira que hoje afeta toda a esfera mundial. A robustez do nosso mercado interno e o sistema de câmbio flutuante capaz de absorver choques externos são dois fatores que contribuem para este preparo. Segundo o próprio presidente do nosso Banco Central, as medidas adotadas para a redução da queda do dólar e as reservas brasileiras em moeda estrangeira dão as país “capacidade de prover liquidez em momento de maior estresse da economia global”.
Na contra mão das diretrizes do governo perante a atual crise mundial, parte da mídia tenta criar um clima de temor e pânico no Brasil querendo passar a ideia de que o país passa por uma turbulência e grande instabilidade econômica. A crise é intensa, mas o Brasil já vem tomando medidas preventivas há muito tempo e está bem preparado.
Com o governo Lula, o Brasil cresceu economicamente, controlou a inflação, gerou empregos, distribuiu renda, ampliou o acesso e direito a políticas sociais de qualidade e fez valer a democracia. Todos estes desafios superados fizeram com que o país atingisse uma projeção favorável no mundo. Não foi à toa que, em 2009, o Brasil foi o país menos afetado e o primeiro a sair da crise econômica. Um dos desafios superados no governo Lula e que foi fundamental para este cenário foi o controle da inflação sem promover uma recessão. Ou seja, sem cortar gastos, gerar desemprego ou reduzir gastos sociais. Hoje, a inflação está controlada e a economia continua a crescer e gerar empregos.
Como membro da Frente Parlamentar da indústria têxtil com vasta experiência como empresário, tenho consciência da necessidade de impulsionar o crescimento e o fortalecimento da indústria nacional. Para isso, será fundamental que o Plano “Brasil Maior” contribua para agregar valor à produção das empresas brasileiras e gerar empregos, mas sem deixar de assegurar o respeito aos direitos e conquistas dos trabalhadores no país.
Confio na competência e coragem dos nossos empresários, trabalhadores, agricultores e na condução da nossa presidenta Dilma. Aqui no Congresso, como vice-líder do PT, continuarei trabalhando para articular o maior apoio possível às medidas já anunciadas no Plano “Brasil Maior” e no Programa “Brasil Sem Miséria”.
