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Homenagem a Rose Zanardo, advogada, militante e dirigente do PT do Paraná

Uma mulher de ideais. Talvez esta seja a melhor definição para a advogada Rose Zanardo. O motivo, para os familiares, é claro: como integrante da diretoria do PT do Paraná, ela lutou por tudo aquilo em que acreditava, como a necessidade de haver mais mulheres no cenário político – e, certamente, comemorou, no fim do ano passado, a eleição da primeira presidente do Brasil. Para os familiares, Rose tinha duas características marcantes. Quando estava envolvida com o trabalho do PT, ela era extremamente séria; já na companhia dos familiares e dos amigos, era, sempre, uma das mais alegres. Em ambos os casos, a tristeza passava muito, muito longe. Alguns dos parentes dizem, inclusive, que não lembravam dela com uma expressão triste em algum momento da vida. Rose nunca abandonou suas origens. Ela nasceu e morou praticamente toda a vida em Mandaguaçu, no Noroeste do Paraná. Vivia viajando, por causa dos compromissos com o partido político, mas sempre voltava para ficar com a família, o hobbie favorito. Prova disso é de que, apesar de não ter tido filhos, ela agia, muitas vezes, como uma mãe para todos os oito sobrinhos. Rose nos deixou no dia 6 de janeiro, vitimada por um câncer, aos 45 anos.

Uma mulher de ideais. Talvez esta seja a melhor definição para a advogada Rose Zanardo. O motivo, para os familiares, é claro: como integrante da diretoria do PT do Paraná, ela lutou por tudo aquilo em que acreditava, como a necessidade de haver mais mulheres no cenário político – e, certamente, comemorou, no fim do ano passado, a eleição da primeira presidente do Brasil.

Para os familiares, Rose tinha duas características marcantes. Quando estava envolvida com o trabalho do PT, ela era extremamente séria; já na companhia dos familiares e dos amigos, era, sempre, uma das mais alegres. Em ambos os casos, a tristeza passava muito, muito longe. Alguns dos parentes dizem, inclusive, que não lembravam dela com uma expressão triste em algum momento da vida.

Rose nunca abandonou suas origens. Ela nasceu e morou praticamente toda a vida em Mandaguaçu, no Noroeste do Paraná. Vivia viajando, por causa dos compromissos com o partido político, mas sempre voltava para ficar com a família, o hobbie favorito. Prova disso é de que, apesar de não ter tido filhos, ela agia, muitas vezes, como uma mãe para todos os oito sobrinhos.

Rose nos deixou no dia 6 de janeiro, vitimada por um câncer, aos 45 anos.

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