Investimento de R$ 236 bilhões em energia nova até 2020
O Plano Decenal de Expansão de Energia 2020 (PDE 2020) prevê investimento total de R$ 1.019 bilhões, sendo que serão necessários R$ 236 bilhões em geração de energia nova. O consumo de energia pelos brasileiros crescerá 5,3% ao ano até 2020.
O Plano Decenal de Expansão de Energia 2020 (PDE 2020) prevê investimento total de R$ 1.019 bilhões, sendo que serão necessários R$ 236 bilhões em geração de energia nova. O consumo de energia pelos brasileiros crescerá 5,3% ao ano até 2020.
O PDE 2020 define um cenário de referência para implementação de novas instalações na infraestrutura de oferta de energia, que são necessárias para o atendimento aos requisitos de carga, segundo critérios de garantia de suprimento estabelecidos pelo Conselho Nacional de Política Energética
Até 2020, a oferta interna de energia elétrica passará de 571,6 Terawatts hora (TWh) em 2011 para cerca de 867,3 TWh em 2020, elevando a oferta interna per capita de 2.959 kilowatts hora por habitante (kWh/hab) para 4.230 kWh/hab. Boa parte do aumento na geração será feito em usinas já concedidas e autorizadas, entre elas, as usinas com contratos assinados nos leilões de energia nova. Os empreendimentos de geração ainda não concedidos ou autorizados serão responsáveis por R$ 190 bilhões, dos R$ 236 bi em energia nova.
Integração – O sistema isolado de Manaus-Amapá será conectado ao subsistema Norte a partir de julho de 2013 e a interligação Manaus – Boa Vista integrará o estado de Roraima ao SIN em janeiro de 2015. De acordo com o plano, as obras de transmissão receberão investimentos de R$ 46 bilhões, assegurando o crescimento do intercâmbio de energia elétrica entre as regiões do país, de forma a possibilitar o atendimento mais eficiente das variações sazonais da oferta de hidroeletricidade.
Petróleo – Nos próximos 10 anos, a produção de petróleo será expandida em 196,5% e a de gás natural crescerá 197,1%. O país deverá contar com a adição de 450 km de gasodutos à rede existente. Os investimentos em exploração, produção e oferta de petróleo e gás natural serão da ordem de R$ 686 bilhões no período. A demanda de biocombustíveis líquidos também se destaca com crescimento médio anual de 9,6% para o etanol e 4,7% para o biodiesel.
Secom
