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Guerrilha do Araguaia: Major Curió foi preso em Brasília

Aos poucos o Brasil começa a fazer Justiça aos brasileiros que não se curvaram diante das arbitrariedades cometidas durante a ditadura militar, cujo golpe completa 47 anos nesta quinta-feira (31 de março). O oficial de reserva Sebastião Curió Rodrigues de Moura, um dos militares responsáveis pela atuação do Exército na Guerrilha do Araguaia, na década de 1970, foi preso em Brasília durante uma operação de busca e apreensão a documentos do regime militar. A ordem, as vésperas da data de aniversário do golpe, foi dada pela 1ª Vara da Justiça Federal, atendendo a um pedido do Ministério Público Federal do Distrito Federal (MP-DF).

Aos poucos o Brasil começa a fazer Justiça aos brasileiros que não se curvaram diante das arbitrariedades cometidas durante a ditadura militar, cujo golpe completa 47 anos nesta quinta-feira (31 de março). O oficial de reserva Sebastião Curió Rodrigues de Moura, um dos militares responsáveis pela atuação do Exército na Guerrilha do Araguaia, na década de 1970, foi preso em Brasília durante uma operação de busca e apreensão a documentos do regime militar.
 
A ordem, as vésperas da data de aniversário do golpe, foi dada pela 1ª Vara da Justiça Federal, atendendo a um pedido do Ministério Público Federal do Distrito Federal (MP-DF).
 
Os mandados são mais uma tentativa de localizar documentos que possam revelar o paradeiro de corpos de militantes políticos que participaram da Guerrilha do Araguaia. As buscas foram feitas pela Polícia Federal e por oficiais de Justiça nas duas residências do major Curió.
 
Segundo o MP-DF, foram apreendidos documentos, um computador e uma arma de fogo sem documentação. Todo o material apreendido será encaminhado para análise.
 
Após a prisão, ocorrida na terça-feira (29), o major prestou novo depoimento à Justiça e ao MPF. Em seguida, o oficial foi levado à Superintendência da Polícia Federal, onde foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma.
 
Por ser militar, Curió foi encaminhado à Polícia do Exército. Recentemente, ele admitiu que pelo menos 41 militantes foram executados após serem capturados pelo Exército.
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