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Obras do PAC favorecem reinserção social

O mineiro Marzurkiewicz Soares é feitor de obras num empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Belo Horizonte. Uma realidade distinta da que viveu em 2010, quando foi encarcerado por um assalto cometido em 1996. Atualmente, Soares é casado, cria quatro filhos e coordena o trabalho de carpinteiros, arrumadores, pedreiros, assistentes de serventes, entre outros profissionais de uma obra em Taquaril, na capital de Minas Gerais. “É uma emoção muito grande, a hora que você chega na obra de manhã, envergando um uniforme, com o nome de uma empresa, o símbolo de uma cidade”.

O mineiro Marzurkiewicz Soares é feitor de obras num empreendimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Belo Horizonte. Uma realidade distinta da que viveu em 2010, quando foi encarcerado por um assalto cometido em 1996. Atualmente, Soares é casado, cria quatro filhos e coordena o trabalho de carpinteiros, arrumadores, pedreiros, assistentes de serventes, entre outros profissionais de uma obra em Taquaril, na capital de Minas Gerais. “É uma emoção muito grande, a hora que você chega na obra de manhã, envergando um uniforme, com o nome de uma empresa, o símbolo de uma cidade”.
 
A infância pobre marca as recordações de Soares, que afirma ter sido “o mais pobre da rua, do bairro, da escola” e por isso começou a trabalhar muito cedo, peneirando areia e colocando tijolos nos andaimes dos pedreiros. A vida profissional precoce não o impediu de se envolver no assalto e viver como foragido durante mais de uma década. “Na prisão você tem duas opções: pode usar lá como uma universidade do crime, que você faz contatos, amizades, parceiros. E você pode usar como rampa, como apoio para sair de lá e não voltar nunca mais”.
 
Ele afirma que ainda no cárcere, seu sonho era conseguir emprego com carteira assinada.  “Assim que eu saí da cadeia eu tentei trabalhar. É uma dificuldade imensa conseguir alguém que te dê uma oportunidade. Normalmente todas as portas fecham, é uma prisão sem muros”.
 
A formalização e a melhoria na renda tiveram um grande impacto na vida de Soares. “Estou muito orgulhoso em estar trabalhando aqui”.
 
Em questão – Secom

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