Governo adota regime de concessão para obras em aeroportos
Ao adotar uma política flexível, o governo brasileiro decidiu estabelecer o regime de concessão para a execução das obras em alguns aeroportos que receberão os turistas durante a Copa do Mundo de 2014. O ministro- chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, confirmou a informação nesta terça-feira (26), no Planalto Central. Inicialmente, três aeroportos passarão por reformas neste regime de concessão. São eles: aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (em Campinas, SP) e Brasília
Ao adotar uma política flexível, o governo brasileiro decidiu estabelecer o regime de concessão para a execução das obras em alguns aeroportos que receberão os turistas durante a Copa do Mundo de 2014. O ministro- chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, confirmou a informação nesta terça-feira (26), no Planalto Central. Inicialmente, três aeroportos passarão por reformas neste regime de concessão. São eles: aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (em Campinas, SP) e Brasília
Palocci informou que o governo ainda estuda promover investimentos nos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, e do Galeão, no Rio de Janeiro. “Acabamos de constituir a Secretaria de Aviação Civil. Ontem, a presidenta definiu medidas para essa secretaria já definir o critério de concessão de serviços para Guarulhos, Viracopos e Brasília. Teremos obras em regime de concessão nesses três aeroportos", disse.
De acordo com Palocci, o governo quer começar logo as obras, combinando ações privadas e públicas. "Vamos articular a expansão de aeroportos com recursos públicos e fazer concessões ao setor privado".
A presidenta Dilma Rousseff ressaltou, na reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que as obras nos aeroportos não podem ter como único foco a realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016.
"O fato de ele [o crescimento do movimento dos aeroportos] resultar do crescimento da demanda do país exige não que eles estejam prontos para a Copa e as Olimpíadas, mas para atender ao crescimento da demanda da população brasileira por viagens de avião, devido à extraordinária melhoria da sua renda. É isso que faz com que estejamos olhando os aeroportos não só como uma questão relativa à Copa e às Olimpíadas. Os aeroportos são muito importantes para a Copa e as Olimpíadas quando olharmos a curto prazo. Também faremos o planejamento de médio e longo prazo deles [dos aeroportos]", disse Dilma.
