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Crédito para produção agrícola sustentável atinge 1,5 bilhão

Os produtores da região Sudeste foram os que mais buscaram os recursos disponibilizados pelo Programa ABC para financiar a lavoura, com um total de R$ 611,28 milhões. Na sequência, está a região Sul, com R$ 401,11 milhões, e o Centro-Oeste, com R$ 348,29 milhões.

Os produtores da região Sudeste foram os que mais buscaram os recursos disponibilizados pelo Programa ABC para financiar a lavoura, com um total de R$ 611,28 milhões. Na sequência, está a região Sul, com R$ 401,11 milhões, e o Centro-Oeste, com R$ 348,29 milhões.
 
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e referem-se às contratações de financiamentos registrados por meio do Programa ABC, que incentiva a adoção de boas práticas pelos agricultores brasileiros. A soma desse incentivo chegou a R$ 1,5 bilhão, entre julho de 2011 e junho deste ano.
 
Na lista dos estados beneficiados, São Paulo lidera o ranking com um total de mil contratos firmados junto às instituições financeiras e R$ 314,22 milhões de desembolsos.
 
Em seguida vem Minas Gerais, com R$ 256,05 milhões, Paraná, com R$ 188,95 milhões de desembolsos e 849 contratos, Goiás, com R$ 172,91 milhões e 473 contratos, e o Rio Grande do Sul, com desembolsos de R$ 168,21 milhões e 685 contratos firmados.
 
Para o ano safra 2012 e 2013, o governo anunciou mais recursos para o programa, com a finalidade de fortalecer a agricultura sustentável no País. Ao todo, estão disponibilizados R$ 3,4 bilhões para o setor.
 
De acordo com o Mapa, além do aumento do volume de recursos, o produtor gastará menos na contratação do financiamento, por conta da redução na taxa de juro, de 5,5% para 5% ao ano, a menor fixada para o crédito rural destinado à agricultura empresarial.
 
Programa ABC
 
O Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) foi instituído em 2010, para estimular a adoção de práticas como o plantio direto na palha, que dispensa o revolvimento do solo e evita a erosão com a semeadura direta na palha da cultura anterior.
 
Além de recuperação de pastos degradados, transformando terras desgastadas em áreas produtivas para a produção de alimentos, fibras, carne e florestas; integração lavoura-pecuária-floresta, com alternância de pastagem com agricultura e floresta em uma mesma área; e plantio de florestas comerciais, como eucalipto e pinus.
A iniciativa pretende aliar produção de alimentos e bionergia com redução dos gases de efeito estufa.
 
Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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