Popularidade de Dilma volta a crescer
A pesquisa feita entre os dias 7 e 9 desta semana e publicada hoje pela Folha de S.Paulo, mostra que o aumento da renda dos brasileiros, o emprego estável e a inflação em queda há meses seguidos fizeram crescer a popularidade da chefe de Estado.
Apesar de toda a campanha midiática contra o governo Dilma Rousseff e seus programas – como contra um dos mais recentes, o Mais Médicos – cresce o apoio à presidenta e à sua gestão. A pesquisa Datafolha feita entre os dias 7 e 9 desta semana e publicada hoje pela dona do Instituto, a Folha de S.Paulo, mostra que o aumento da renda dos brasileiros, o emprego estável e a inflação em queda há meses seguidos fizeram crescer a popularidade da chefe de Estado.
A pesquisa Datafolha registra a elevação de seis pontos percentuais no índice dos que classificam seu governo como ótimo ou bom, enquanto o percentual de ruim e péssimo teve um recuo de três pontos. Pela análise do Instituto, a melhora do apoio e popularidade da presidenta decorre de uma ampliação do otimismo dos brasileiros em relação à economia – o índice de entrevistados que temem o crescimento do desemprego caiu cinco pontos percentuais.
Ao mesmo tempo, o levantamento mostra que como consequência dos atos de vandalismo e violência caiu também o apoio aos protestos públicos que ocupam ruas das capitais e grandes cidades do país desde junho pp. No final de junho, 67% previam que as manifestações seriam mais benéficas do que prejudiciais ao país. Agora neste Datafolha os que assim pensam se reduzem a 52%.
Entre os mais pobres e no Nordeste do país, a presidenta já soma mais de 40% de apoio. Nas regiões Norte e Centro Oeste o apoio à chefe do governo subiu 11 pontos. Ela continua forte na pequenas cidades do país, onde mais de 40% da população aplaude seu governo. E precisa melhorar no Sul-Sudeste e nas cidades com mais de meio milhão de habitantes, bem como nos setores de renda e escolaridade médias.
A aprovação à presidenta Dilma, constata mais uma vez o Datafolha, é maior entreo os mais pobres. Entre os que ganham até dois salários mínimos ela chega a 41%. Já entre os mais ricos, na faixa daqueles que ganham acima de 10 salários mínimos está seu menor índice de aprovação: 29%. Também estancou o movimento dos que acreditam em um aumento da inflação, um pessimismo que vinha desde dezembro passado. Vejam, entre o final de junho e este mês (agosto) este índice dde pessimistas oscilou de 54% para 53%.
Fonte: Blog do Zé Dirceu
