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“Fast track” vai agilizar obras nos aeroportos brasileiros até a Copa de 2014

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, anunciou que o governo vai adotar o "fast track" para a concessão da administração de aeroportos à iniciativa privada, uma espécie de via rápida para agilizar os investimentos e melhorar a infraestrutura aeroviária do País até a Copa de 2014. O "fast track" brasileiro, segundo Coutinho, não será igual ao dos EUA, usado para aprovações rápidas no congresso. "Temos ações rápidas para aeroportos. Estamos concentrados diretamente nisso. A presidente Dilma está decidida em investir na macroestabilidade, com regras confiáveis para os financiamentos e planejamento em longo prazo”, disse Coutinho. O presidente do BNDES acrescentou que também é preciso “cuidar de inovação tecnologia, do impacto social e ambiental”, na questão das reformas dos aeroportos. “Por último, mas não menos importante, é preciso fazer tudo isso com bom preço e competitividade”.

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, anunciou que o governo vai adotar o "fast track" para a concessão da administração de aeroportos à iniciativa privada, uma espécie de via rápida para agilizar os investimentos e melhorar a infraestrutura aeroviária do País até a Copa de 2014.

O "fast track" brasileiro, segundo Coutinho, não será igual ao dos EUA, usado para aprovações rápidas no congresso. "Temos ações rápidas para aeroportos. Estamos concentrados diretamente nisso. A presidente Dilma está decidida em investir na macroestabilidade, com regras confiáveis para os financiamentos e planejamento em longo prazo”, disse Coutinho.

O presidente do BNDES acrescentou que também é preciso “cuidar de inovação tecnologia, do impacto social e ambiental”, na questão das reformas dos aeroportos. “Por último, mas não menos importante, é preciso fazer tudo isso com bom preço e competitividade”.

O presidente da Autoridade Pública Olímpica, Henrique Meirelles, enfatizou a necessidade de acelerar as obras: “eu acho que dá tempo (para reformar os aeroportos). Evidentemente que os tempos para que as coisas aconteçam deverão ser menores do que no passado”, disse Meirelles.

O ex-presidente do BC disse que é realmente necessário acelerar o prazo para as reformas nos aeroportos, mas com eficiência na implementação dos projetos. “É preciso fazer um projeto onde não se perca tempo. Por isto o ‘fast track’ é importante: são procedimentos mais eficientes e rápidos”, enfatizou.

Henrique Meirelles também elogiou a decisão da presidente Dilma Rousseff de abrir editais de concessão privada para alguns aeroportos do Brasil. “O país está enfrentando esse problema. As regras estão sendo mudadas, o que é absolutamente bem-vindo, e é exatamente o que deve ser feito”, afirmou. “De um lado, o desafio aumenta, porque aumenta a demanda. Por outro lado, as condições para enfrentá-lo tb aumentam”, afirmou.

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