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Executivo: falta de consciência dos patrões dificulta emprego de deficientes

O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Moisés Bauer Luiz, afirmou há pouco, na Câmara dos Deputados, que o maior problema para a inserção de deficientes no mercado de trabalho está na falta de consciência dos empregadores. “Há uma predisposição por parte dos patrões de não compreender que os deficientes podem contribuir muito para a produção”, destacou.

O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência, Moisés Bauer Luiz, afirmou há pouco, na Câmara dos Deputados, que o maior problema para a inserção de deficientes no mercado de trabalho está na falta de consciência dos empregadores. “Há uma predisposição por parte dos patrões de não compreender que os deficientes podem contribuir muito para a produção”, destacou.

Ele defendeu a alteração no Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (BPC-Loas) para que se torne semelhante ao auxílio-acidente. Esse auxílio, pago ao trabalhador que sofre um acidente e fica com sequelas que reduzem sua capacidade de trabalho, pode ser acumulado com o salário e com outros benefícios pagos pela Previdência Social, exceto aposentadoria. "Isso estimulará os deficientes a buscarem emprego", disse.

Moisés Bauer Luiz participa de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias sobre o BPC-Loas e a inserção de indivíduos com deficiência no mercado de trabalho. O debate prossegue no Plenário 9.

 

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