Governo investe R$ 4 milhões para iniciar recuperação de áreas degradadas na Amazônia
Com a devastação em queda, o governo quer agora investir na recuperação de áreas do bioma que já foram desmatadas e estão abandonadas. O projeto ainda prevê viabilizar agricultura sustentável para a região.
O governo federal vai aplicar R$ 4 milhões para iniciar a recuperação de áreas degradadas do Bioma Amazônia, informou nesta segunda-feira (28), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A estimativa é de que existam pelo menos 17 milhões de hectares de terras degradadas na região.
Implementado em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no Brasil, o Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas da Amazônia (PRADAm) prevê a criação de unidades de teste e demonstração e unidades de referência tecnológica, utilizadas como exemplo de produção sustentável.
De acordo com o coordenador de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos do Mapa, Elvison Ramos, estas unidades serão prioritariamente instaladas nos municípios localizados no chamado “arco do desmatamento da Amazônia” e “territórios de cidadania”.
A escolha das áreas a serem beneficiadas levará em conta também informações dos Grupos Gestores Estaduais do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) e do estudo Terra Class, elaborado por técnicos dos ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, com base em dados colhidos em 2008.
A idéia é que as experiências com boas práticas agropecuárias e de sistemas sustentáveis de produção, a serem implementadas nas primeiras unidades, possam ser replicadas em outras localidades da região.
O Projeto prevê a capacitação de técnicos e produtores rurais sobre tecnologias de recuperação de áreas de pastagens degradadas e de produção agropecuária sustentável, como o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, sistemas agroflorestal e silvipastoril e também experiências de plantio direto.
“Queremos viabilizar alternativas de produção sustentável para a região, de forma a auxiliar na redução do desmatamento da floresta e contribuir para o desenvolvimento de uma agricultura de baixa emissão de gases de efeito estufa”, explica Elvison Ramos.
Implementado em parceria com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), no Brasil, o Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas da Amazônia (PRADAm) prevê a criação de unidades de teste e demonstração e unidades de referência tecnológica, utilizadas como exemplo de produção sustentável.
De acordo com o coordenador de Manejo Sustentável dos Sistemas Produtivos do Mapa, Elvison Ramos, estas unidades serão prioritariamente instaladas nos municípios localizados no chamado “arco do desmatamento da Amazônia” e “territórios de cidadania”.
A escolha das áreas a serem beneficiadas levará em conta também informações dos Grupos Gestores Estaduais do Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC) e do estudo Terra Class, elaborado por técnicos dos ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, com base em dados colhidos em 2008.
A idéia é que as experiências com boas práticas agropecuárias e de sistemas sustentáveis de produção, a serem implementadas nas primeiras unidades, possam ser replicadas em outras localidades da região.
O Projeto prevê a capacitação de técnicos e produtores rurais sobre tecnologias de recuperação de áreas de pastagens degradadas e de produção agropecuária sustentável, como o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta, sistemas agroflorestal e silvipastoril e também experiências de plantio direto.
“Queremos viabilizar alternativas de produção sustentável para a região, de forma a auxiliar na redução do desmatamento da floresta e contribuir para o desenvolvimento de uma agricultura de baixa emissão de gases de efeito estufa”, explica Elvison Ramos.
Fonte: Blog do Planalto
Foto: Internet
