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Dilma defende Estado Palestino como membro efetivo da ONU

A presidente Dilma Rousseff defendeu em seu discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) o reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas.

A presidente Dilma Rousseff defendeu em seu discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) o reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas. Na mesma fala, ela discorreu sobre os avanços econômicos e sociais do Brasil para reivindicar ao país uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da instituição.

Em um discurso firme e bastante aplaudido nesta quarta-feira (21) em Nova York, nos Estados Unidos, a presidente brasileira atendeu às expectativas palestinas.
– É chegado o momento de termos a Palestina como representante aqui.

Antes, ela já tinha alfinetado os Estados Unidos ao falar da crise no Oriente Médio (onde fica a Palestina) e defender a "Primavera Árabe", como ficou conhecida a sucessão de manifestações populares desses países desde o final de 2010.

– O mundo sofre hoje as consequências de intervenções que agravaram os conflitos e possibilitaram o terrorismo onde ele não existia […] Venho de um país onde árabes e judeus são compatriotas.

Brasil na ONU
Também como esperado, Dilma discorreu sobre os “avanços brasileiros” na área social e econômica e sobre o perfil pacífico do país para dizer que o Brasil já está pronto para assumir uma cadeira permanente no Conselho de Segurança.

– Vivemos em paz há mais de 140 anos com nossos vizinhos […] O Brasil é um vetor de paz e prosperidade em sua região e até fora dela. No Conselho de Direitos Humanos, usamos nosso exemplo de superação. Queremos para os outros o que queremos para nós.

De acordo com ela, “o Brasil está pronto para assumir suas responsabilidades como membro permanente do Conselho de Segurança”.

Além do Brasil, ela também pediu que o Conselho incorporasse novos membros permanentes e não permanentes.

– A cada ano que passa mais urgente se faz uma solução à falta de representatividade do Conselho de Segurança da ONU. […] O tema já entra em 18º ano. Não é possível protelar mais.

Fonte: R7

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