Dilma chega ao Paraguai no próximo dia 15
No próximo dia 15 de maio, a presidenta Dilma Rousseff, vai visitar o Paraguai. A informação foi confirmada pelo ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, ontem, depois de participar de uma reunião com o chanceler paraguaio, Jorge Lara Castro. Na conferência, os dois conversaram sobre a votação no Senado brasileiro, do projeto, adiada para a próxima semana, que autoriza o Brasil a triplicar o valor pago ao Paraguai pela energia excedente da usina hidrelétrica binacional de Itaipu, no rio Paraná, na fronteira entre os dois países.
No próximo dia 15 de maio, a presidenta Dilma Rousseff, vai visitar o Paraguai. A informação foi confirmada pelo ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, ontem, depois de participar de uma reunião com o chanceler paraguaio, Jorge Lara Castro.
Na conferência, os dois conversaram sobre a votação no Senado brasileiro, do projeto, adiada para a próxima semana, que autoriza o Brasil a triplicar o valor pago ao Paraguai pela energia excedente da usina hidrelétrica binacional de Itaipu, no rio Paraná, na fronteira entre os dois países.
Esse valor, que chega até US$ 120 milhões por ano, passará para até US$ 360 milhões por ano. Depois de aprovado pelo Senado, o acordo terá que ser promulgado pelo Congresso para entrar em vigor.
Para Jorge Lara Castro, a votação será um passo importante para a integração regional e a votação no Congresso paraguaio da entrada da Venezuela no Mercosul. O Paraguai é o único integrante do bloco regional que ainda não concordou oficialmente com a inserção do país comandado por Hugo Chávez.
“O Congresso tem sua autonomia, tem suas diferentes formas de ver a realidade interna, regional e internacional. Nesse aspecto, será muito importante a aprovação que se realiza no Congresso do Brasil porque trará elementos e critérios para reflexão dos senadores paraguaios. Creio que será um passo muito importante”, disse o ministro paraguaio.
Antonio Patriota também se disse “confiante” com a aprovação da entrada da Venezuela no Mercosul. “Conversamos muito sobre isso. Temos muita confiança que conseguiremos fazer progresso”, afirmou.
