Desesperado, DEM adota estratégia pouco autêntica para fisgar eleitores
A porta dos desesperados se abriu ao DEM após perder um governador, 17 deputados federais, um vice-governador, o prefeito da principal capital do país e dois senadores. Para superar a crise, o partido diz preparar uma série de ações, ainda não definidas. Essas medidas, no entanto, não passam de suposições e possibilidades remotas de ainda, quando for possível, se estabelecer uma “redefinição programática”.
A porta dos desesperados se abriu ao DEM após perder um governador, 17 deputados federais, um vice-governador, o prefeito da principal capital do país e dois senadores.
Para superar a crise, o partido diz preparar uma série de ações, ainda não definidas. Essas medidas, no entanto, não passam de suposições e possibilidades remotas de ainda, quando for possível, se estabelecer uma “redefinição programática”.
É aquela velha história de reunião para marcar reunião – nada muito ou realmente efetivo. As lideranças do partido chegam, inclusive, a cogitar o lançamento de candidato próprio à Presidência.
O desespero é tanto que o DEM pensou seriamente em uma fusão com o PSDB e até mesmo na possibilidade de uma espécie de “suicídio político”. Nesse caso, a proposta era fazer a fusão com um partido pequeno, o que liberaria os remanescentes de cumprir a súmula da fidelidade partidária e causaria uma "diáspora” pelas siglas já existentes.
Agora, o DEM quer fisgar o eleitorado liberal, de perfil conservador, que precisa de um partido que o represente, segundo o líder do DEM no Senado, Demóstenes Torres (GO), um dos mentores do novo discurso. Para atrair novos seguidores, o DEM vai adotar uma grande e nunca antes vista estratégia: ará uma pesquisa sobre a expectativa do eleitor. Devo dizer: algo muito novo e realmente atrativo ao eleitorado.
De propostas práticas, as lideranças do DEM ainda estão a pensar. Enquanto isso, o PT implantou uma política social que retirou milhões de brasileiros da linha de pobreza, conseguiu estabilizar a economia brasileira e zerar uma dívida de décadas com o Fundo Monetário Internacional. Enquanto alguns teorizam, outros praticam as ações.
