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Curso da Unipar firma-se com projetos de grande alcance

O Jornal Umuarama Ilustrado apresentou no início da semana uma excelente reportagem sobre um dos cursos mais concorridos da Universidade Paranaense (UNIPAR). Criado em 1991, o curso de Farmácia comemora vinte anos de intenso trabalho, pautado na excelência. Neste período, formou para a sociedade 1.575 profissionais. Muitos vieram de longe em busca do diploma. Hoje congrega quinhentos alunos em cinco séries. A matriz curricular do curso é cuidadosamente pensada para formar profissionais éticos e comprometidos com a realidade nacional. Com isso, soma louros: conceito 3 no MEC (o máximo é 5), o que faz com que seja reconhecido automaticamente, e certificações ‘Três Estrelas’ (relativo a conceito bom), da revista Guia do Estudante da editora Abril.

O Jornal Umuarama Ilustrado apresentou no início da semana uma excelente reportagem sobre um dos cursos mais concorridos da Universidade Paranaense (UNIPAR). Criado em 1991, o curso de Farmácia comemora vinte anos de intenso trabalho, pautado na excelência. Neste período, formou para a sociedade 1.575 profissionais. Muitos vieram de longe em busca do diploma. Hoje congrega quinhentos alunos em cinco séries.
 
A matriz curricular do curso é cuidadosamente pensada para formar profissionais éticos e comprometidos com a realidade nacional. Com isso, soma louros: conceito 3 no MEC (o máximo é 5), o que faz com que seja reconhecido automaticamente, e certificações ‘Três Estrelas’ (relativo a conceito bom), da revista Guia do Estudante da editora Abril.
 
Também exibe no currículo bons conceitos pelos projetos sociais que desenvolve. Em 2005, a Farmácia da Partilha foi premiada pela Fundação Banco do Brasil como uma das três técnicas sociais mais relevantes do sul do Brasil. Desenvolvido em parceria com a igreja São Francisco de Assis, a FP beneficia, todos os anos, milhares de pessoas de baixa renda, com orientação e repasse de medicamentos. (arrecadados em campanhas, muitas promovidas pelos próprios estagiários). 
 
Outro mérito do curso de Farmácia da Unipar: muitos ex-alunos se tornaram mestres e doutores e hoje lecionam no ensino superior em vários estados como Rondônia, São Paulo, Mato Grosso e Santa Catarina. “Só no nosso corpo docente, temos onze ex-alunos”, diz a diretora do Instituto Superior de Ciências da Saúde, professora fundadora do curso, Irineia Baretta. 
 
Nessa trajetória de duas décadas o curso comemora também as mudanças que ajudou a promover, beneficiando diretamente a sociedade. Um dos pontos valorizados é a presença constante do farmacêutico na farmácia. 
 
Um outro marco no currículo do curso, aponta a diretora, é a implantação da habilitação em análises clínicas em 1995, quando foi criado o Laboratório de Análises Clínicas da Unipar, um projeto que fez aumentar a interação da Unipar com a comunidade.
 
O LACU, hoje, realiza em média três mil exames /mês (de rotina e especializados), atendendo cerca de 120 pacientes/dia. Outro fato comemorado: em 2008, uma parceria com o governo do Estado viabilizou estágio no Banco de Sangue de Umuarama (hemonúcleo), favorecendo o aperfeiçoamento na área das análises clínicas.
 
Farmacêutico nos hospitais
Outro mérito que o curso de Farmácia abraça é a conscientização nessa área: nos últimos anos os hospitais da região passaram a contratar farmacêuticos hospitalares, melhorando o atendimento.
 
Hospitais de Umuarama investiram também em projetos que acabaram colaborando para a projeção do curso e consequente valorização do profissional farmacêutico: em 1996, via extensão universitária, Unipar e Cemil implantaram a CMI (Central de Misturas Intravenosas), trabalho que se tornou referência; no mesmo ano, no Nossa Senhora Aparecida, foi criado o 12º Centro de Informação sobre Medicamento do Brasil, incluído na Rede Nacional de Centros de Informação sobre Medicamentos e o Centro de Informações Toxicológicas (CIT). 
 
O CIM funciona até hoje; a CMI, também, só que, desde 2004, no Nossa Senhora Aparecida. “Ambos bem-sucedidos, esses projetos convertem-se em um importante campo de estágio”, diz a coordenadora do curso, professora Sandra dos Santos.
 
Ela aponta outra estratégia inovadora do curso: investir em atividades de Assistência Farmacêutica Domiciliar. “Participando, os alunos extrapolam seus campos de trabalho; in loco podem observar os problemas, as dificuldades dos pacientes e, assim, exercitar mais suas habilidades na compreensão das doenças e suas consequências”, arremata.
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