Correios ganha título de melhor empresa da América Latina
Não só a política social e econômica do Brasil apresentam avanços e ganham notoriedade internacional. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) também se destacou, alcançando reconhecimento. Esta semana, a empresa foi classificada como a melhor da América Latina e a 29ª do mundo em uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum, WEF). O trabalho avaliou a eficiência do setor postal em 125 países no ano passado.
Não só a política social e econômica do Brasil apresentam avanços e ganham notoriedade internacional. A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) também se destacou, alcançando reconhecimento.
Esta semana, a empresa foi classificada como a melhor da América Latina e a 29ª do mundo em uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum, WEF). O trabalho avaliou a eficiência do setor postal em 125 países no ano passado.
“Isso só confirma que o Brasil tem uma empresa e um setor postal muito bem estruturados, consolidados e respeitados entre os demais operadores designados da área postal”, diz a subsecretária de Serviços Postais do Ministério das Comunicações, Luciana Pontes.
O estudo mediu, entre outros pontos, o grau de confiança dos usuários no serviço de correios prestado por governos e empresas. Para tanto, a empresa preparou um questionário dirigido aos clientes com a pergunta central: “Até que ponto você confia no sistema postal do seu país para que um amigo lhe envie um pequeno pacote no valor de US$ 100?”.
A resposta podia variar numa escala de 1 (não confio nada) a 7 (confio plenamente). Os Correios do Brasil obtiveram o índice de 5,9.
No continente americano, os Correios mantiveram o terceiro lugar, atrás apenas dos Estados Unidos (13º) e Canadá (14º). Na América Latina, é o segundo ano consecutivo que a ECT conquista a liderança. Em 2009, a empresa obteve a média de 6,1 e ficou classificada na 25ª posição total.
A pesquisa do Fórum Econômico Mundial no Brasil foi realizada pela Fundação Dom Cabral e pelo Movimento Brasil Competitivo. O levantamento integra o Informe Mundial de Facilitação do Comércio, que engloba nove categorias.
