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Conselho dos Municípios Lindeiros ao Lago Itaipu completa 21 anos e foca na integração

Dezesseis municípios banhados pelo lago de Itaipu, população de 600 mil habitantes, 21 anos, 18 presidentes, 15 gestões e oito câmaras técnicas que fomentam por meio de parcerias o desenvolvimento regional. Esses são alguns números que compõem a trajetória do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, nesses 21 anos de fundação, que serão comemorados neste domingo, 13 de março. A iniciativa de prefeitos, representantes das Câmaras de Vereadores e Associações Comerciais dos municípios lindeiros foi definitiva em março de 1990, quando decidiram criar uma entidade que representasse os anseios de uma região que prima pela qualidade de vida de sua gente. Com apoio da Itaipu Binacional, os projetos de desenvolvimento aos poucos foram ganhando forma e, hoje, muitas iniciativas voltadas ao fomento do turismo, a preservação do meio ambiente, o apoio à diversificação nas propriedades rurais como forma de agregar renda, a prática de esporte com qualidade, entre outras iniciativas, são exemplos de sucesso.

Dezesseis municípios que são banhados pelo lago de Itaipu, população que se aproxima a 600 mil habitantes, 21 anos, 18 presidentes, 15 gestões e oito câmaras técnicas que fomentam por meio de parcerias o desenvolvimento regional. Esses são alguns números que compõem a trajetória do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, nesses 21 anos de fundação, que serão comemorados neste domingo, 13 de março.

A iniciativa de prefeitos, representantes das Câmaras de Vereadores e Associações Comerciais dos municípios lindeiros foi definitiva em março de 1990, quando decidiram criar uma entidade que representasse os anseios de uma região que prima pela qualidade de vida de sua gente. Com apoio incondicional da Itaipu Binacional, os projetos de desenvolvimento aos poucos foram ganhando forma e, hoje, muitas iniciativas voltadas ao fomento do turismo, a preservação do meio ambiente, o apoio à diversificação nas propriedades rurais como forma de agregar renda, a prática de esporte com qualidade, entre outras iniciativas, são exemplos de sucesso.

A criação das câmaras técnicas em 1997 que – ganharam força e atribuições em 2007 – foi fundamental para integrar os municípios lindeiros. Os projetos distribuídos nas temáticas: Educação, Cultura e Esporte; Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico; Agricultura e Meio Ambiente; Assistência Social e Turismo (Gestur); Saúde e Segurança fazem com que os 16 municípios pensem de forma conjunta e assumam ações de interesse mútuo.

Outro momento importante para o Conselho dos Lindeiros aconteceu em 2002, por meio de convênio com a Itaipu Binacional – dentro do projeto Cultivando Água Boa -, para a implantação da Rede de Educação Ambiental Linha Ecológica que atende os 29 municípios da Bacia do Paraná 3. E, no mesmo ano, foi estabelecida parceria com o Sebrae para a criação do projeto Caminhos do Turismo Integrado ao Lago de Itaipu. O fomento do artesanato na região trinacional por meio do programa Ñandeva, também tem apoio da entidade. Desde 2010, o Conselho dos Lindeiros foi eleito, entre os membros do segmento, a entidade gestora do Ñandeva no Brasil.

Para o presidente do Conselho dos Municípios Lindeiros e prefeito de Entre Rios do Oeste, Elcio Zimmermann, as conquistas obtidas são resultados de muitos desafios assumidos com persistência e responsabilidade. "Cada um que passou pelo Conselho dos Lindeiros deixou sua parcela de contribuição. Com o passar dos anos as ações foram ganhando força e a nossa entidade, o reconhecimento devido", avaliou o presidente.

A respeito de atitudes futuras, ele destacou a maior integração dos municípios como uma das principais metas de sua gestão. Segundo ele, a união facilitará para que as reivindicações sejam atendidas e os habitantes continuem a ter orgulho de morar em uma região tão próspera. "O envolvimento de todos os gestores públicos em iniciativas que promovam o desenvolvimento integrado da região é o diferencial para que as ações sejam consolidadas", disse.

A luta pela manutenção dos royalties após 2023 também integra a luta dos gestores municipais que são unânimes ao defender que, sem a compensação financeira, os municípios ficarão com a capacidade de investimento paralizada. "Alguém já disse que juntos, unidos, nós somos mais fortes e isso é a mais pura realidade", finalizou Zimmermann.

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