Edital abre financiamento de R$ 16 milhões para pesquisas sobre prematuridade no país
As complicações relacionadas ao nascimento prematuro são a 1ª causa da mortalidade neonatal. O Ministério da Saúde acredita que soluções desenvolvidas no Brasil podem ter grande impacto dentro e fora do país.
Pesquisas que visem melhorar o cenário da prematuridade no Brasil contarão com financiamento de R$ 16 milhões. É o que prevê o edital de pesquisa Grandes Desafios Brasil: Prevenção e Manejo dos Nascimentos Prematuros, lançado nesta terça-feira (26), no Rio de Janeiro, pelos Ministérios da Saúde e da Ciência, Teconologia e Inovação, em parceria com a Fundação Bill e Mellinda Gates.
Podem se inscrever, até 7 de maio, além da comunidade científica e acadêmica, jovens empreendedores, empresários da iniciativa privada com fins lucrativos e organizações não governamentais.
As pesquisas podem buscar compreender mecanismos biológicos que contribuem para o nascimento prematuro e indicar tratamento para aliviar as conseqüências, ou envolver projetos de produtos para prevenir, detectar ou cuidar de bebês prematuros, além de estudos que promovam mudanças de comportamento em relação a esta questão.
O anúncio do edital ocorreu durante a VII Conferência da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), que acontece no Hotel Rio Othon Palace desde o domingo (24), e reúne a comunidade científica internacional. O tema do evento é Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável.
“As complicações relacionadas ao nascimento prematuro são a primeira causa da mortalidade neonatal e a segunda principal causa de morte em crianças menores de cinco anos no mundo. O Ministério da Saúde acredita que soluções desenvolvidas no Brasil podem ter grande impacto dentro e fora do país. Por isso a parceria com a Fundação Gates é um marco da política de pesquisa do ministério”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, durante o principal encontro das academias nacionais de ciências do mundo.
O edital, com versões em português e em inglês, está disponível no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).
A iniciativa Grandes Desafios Brasil está alinhada ao programa Rede Cegonha. Esta é a primeira ação da cooperação internacional entre o Ministério da Saúde e a Fundação Gates.
Assinada em abril do ano passado, a parceria visa apoiar a pesquisa e a inovação em áreas de interesse comum, como vacinas, nutrição, saúde materno-infantil e controle de doenças infecciosas.
O investimento de R$16 milhões será disponibilizado em duas etapas de igual valor. Para a primeira etapa, a chamada terá o financiamento de R$ 8 milhões, sendo R$ 4 milhões da Fundação; R$ 2 milhões do Ministério da Saúde e outros R$ 2 milhões do CNPq/MCTI. A segunda etapa está condicionada ao desempenho dos estudos e corresponde a um financiamento com duração de dois anos.
Rede Cegonha
Criada em 2011, a estratégia fortalece a assistência integral à saúde de mães e filhos, desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do bebê. O objetivo é garantir acolhimento e captação precoce da gestante, além de ampliar o acesso aos serviços de saúde e melhorar a qualidade do pré-natal. Presente em mais de 4,9 mil municípios de todo o país, a Rede já atende cerca de 2,6 milhões de mulheres, ou seja, 96% do total de gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).
O edital, com versões em português e em inglês, está disponível no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).
Fonte: Portal Planalto
Foto: Internet
Podem se inscrever, até 7 de maio, além da comunidade científica e acadêmica, jovens empreendedores, empresários da iniciativa privada com fins lucrativos e organizações não governamentais.
As pesquisas podem buscar compreender mecanismos biológicos que contribuem para o nascimento prematuro e indicar tratamento para aliviar as conseqüências, ou envolver projetos de produtos para prevenir, detectar ou cuidar de bebês prematuros, além de estudos que promovam mudanças de comportamento em relação a esta questão.
O anúncio do edital ocorreu durante a VII Conferência da Rede Global de Academias de Ciências (IAP), que acontece no Hotel Rio Othon Palace desde o domingo (24), e reúne a comunidade científica internacional. O tema do evento é Ciência para a Erradicação da Pobreza e o Desenvolvimento Sustentável.
“As complicações relacionadas ao nascimento prematuro são a primeira causa da mortalidade neonatal e a segunda principal causa de morte em crianças menores de cinco anos no mundo. O Ministério da Saúde acredita que soluções desenvolvidas no Brasil podem ter grande impacto dentro e fora do país. Por isso a parceria com a Fundação Gates é um marco da política de pesquisa do ministério”, afirmou o secretário de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, durante o principal encontro das academias nacionais de ciências do mundo.
O edital, com versões em português e em inglês, está disponível no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).
A iniciativa Grandes Desafios Brasil está alinhada ao programa Rede Cegonha. Esta é a primeira ação da cooperação internacional entre o Ministério da Saúde e a Fundação Gates.
Assinada em abril do ano passado, a parceria visa apoiar a pesquisa e a inovação em áreas de interesse comum, como vacinas, nutrição, saúde materno-infantil e controle de doenças infecciosas.
O investimento de R$16 milhões será disponibilizado em duas etapas de igual valor. Para a primeira etapa, a chamada terá o financiamento de R$ 8 milhões, sendo R$ 4 milhões da Fundação; R$ 2 milhões do Ministério da Saúde e outros R$ 2 milhões do CNPq/MCTI. A segunda etapa está condicionada ao desempenho dos estudos e corresponde a um financiamento com duração de dois anos.
Rede Cegonha
Criada em 2011, a estratégia fortalece a assistência integral à saúde de mães e filhos, desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do bebê. O objetivo é garantir acolhimento e captação precoce da gestante, além de ampliar o acesso aos serviços de saúde e melhorar a qualidade do pré-natal. Presente em mais de 4,9 mil municípios de todo o país, a Rede já atende cerca de 2,6 milhões de mulheres, ou seja, 96% do total de gestantes usuárias do Sistema Único de Saúde (SUS).
O edital, com versões em português e em inglês, está disponível no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI).
Fonte: Portal Planalto
Foto: Internet
