Biblioteca Pública do Paraná lança Cândido – novo jornal literário
Já está circulando a primeira edição do Cândido, o novo jornal literário da Biblioteca Pública do Paraná. Com distribuição gratuita, o periódico mensal tem tiragem inicial de cinco mil exemplares e linha editorial dedicada à leitura e à literatura. Reportagens sobre o mercado editorial, ações de leitura, projetos da biblioteca, perfis, entrevistas com escritores, tirinhas, ilustrações, caricaturas e textos inéditos – contos, poemas, crônicas, trechos de romance – estão na pauta do jornal. A cada edição, um autor paranaense terá sua obra discutida em um ensaio.
Já está circulando a primeira edição do Cândido, o novo jornal literário da Biblioteca Pública do Paraná. Com distribuição gratuita, o periódico mensal tem tiragem inicial de cinco mil exemplares e linha editorial dedicada à leitura e à literatura.
Reportagens sobre o mercado editorial, ações de leitura, projetos da biblioteca, perfis, entrevistas com escritores, tirinhas, ilustrações, caricaturas e textos inéditos – contos, poemas, crônicas, trechos de romance – estão na pauta do jornal. A cada edição, um autor paranaense terá sua obra discutida em um ensaio.
A capa da edição de agosto é dedicada a Paulo Leminski, que faria 67 anos neste mês. O escritor gaúcho Ricardo Silvestrin, autor de Play, escreve sobre o legado poético de Leminski. O biógrafo Toninho Vaz assina um texto em que fala sobre sua relação próxima com o poeta do Pilarzinho.
O primeiro número traz ainda contos inéditos de Amilcar Bettega e Paulo Venturelli, dois poemas de Rodrigo Garcia Lopes, uma entrevista com Miguel Sanches Neto e ilustrações produzidas por alguns dos principais nomes da nova geração de cartunistas e ilustradores. Rafael Sica assina a capa e Pedro Franz faz um retrato de Ernest Hemingway, que há 50 anos cometeu suicídio.
Sob coordenação editorial de Rogério Pereira (Diretor da BPP) e Luiz Rebinski Junior (jornalista e chefe da Divisão de Difusão Cultural da BPP), Cândido segue a tradição dos míticos periódicos paranaenses de nome próprio. Junta-se à dupla Joaquim e Nicolau, editados, respectivamente, por Dalton Trevisan e Wilson Bueno.
Como seus antecessores, Cândido espera deixar sua marca na cultura paranaense e brasileira. O nome também é uma homenagem à própria instituição, localizada no coração de Curitiba (na Rua Cândido Lopes, 133), e a seu atual prédio, construído em 1954 e tombado pelo patrimônio cultural.
