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Assentados ganham prêmio por desenvolver fitoterápicos no Paraná

Um programa de saúde popular com base na fitoterapia em assentamentos de Reforma Agrária, realizado nos municípios de Querência do Norte e Santa Cruz de Monte Castelo, região Noroeste do Paraná, foi selecionado para receber o prêmio Cultura e Saúde de 2010, do Ministério da Cultura. Imagem removida pelo remetente.O processo de produção de hortas de forma agroecológica, desenvolvido pelo Centro de Formação e Pesquisa Ernesto Guevara (Cepag), respeita a biodiversidade e busca melhorar a qualidade de vida das famílias assentadas.

Um programa de saúde popular com base na fitoterapia em assentamentos de Reforma Agrária, realizado nos municípios de Querência do Norte e Santa Cruz de Monte Castelo, região Noroeste do Paraná, foi selecionado para receber o prêmio Cultura e Saúde de 2010, do Ministério da Cultura.

Imagem removida pelo remetente.O processo de produção de hortas de forma agroecológica, desenvolvido pelo Centro de Formação e Pesquisa Ernesto Guevara (Cepag), respeita a biodiversidade e busca melhorar a qualidade de vida das famílias assentadas.

“As hortas, produzem também verduras e legumes, que são distribuídas para as famílias, visando uma melhor qualidade na alimentação. O excedente é comercializado in natura ou processado na forma de compotas, geléias e conservas”, relata a coordenadora do projeto Terra e Saúde, Sirlei Escher.

A fitoterapia, que surgiu por volta de 3000 a.C. na China, é o estudo das plantas medicinais e suas aplicações na cura das doenças.

Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, que podem ser utilizadas para o tratamento de doenças.

O trabalho do centro de estudo na área da saúde popular tem conquistado, além do reconhecimento de órgãos oficiais, o respeito das comunidades locais.

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