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Assembleia vota no segundo semestre projeto que reorganiza estrutura da Polícia Militar

O projeto de lei que reorganiza a estrutura da Polícia Militar no Paraná, será votado na Assembleia Legislativa no segundo semestre. O texto prevê que toda a estrutura da Polícia Militar será modernizada, dando à corporação novos recursos para o combate ao crime, como unidades de operações aéreas. O projeto de lei prevê a possibilidade de criação de companhias independentes, novos batalhões e comandos regionais. Assim, cidades como Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Cascavel passarão a contar com sedes para comandar operações e competência para sua autogestão administrativa e financeira. A mensagem do governador também estabelece a criação da Companhia Independente de Irati, Arapongas e Ivaiporã, e a criação de Batalhões em Francisco Beltrão, Guarapuava, Umuarama, Apucarana e Região Metropolitana de Curitiba.

O projeto de lei que reorganiza a estrutura da Polícia Militar no Paraná, será votado na Assembleia Legislativa no segundo semestre. O texto prevê que toda a estrutura da Polícia Militar será modernizada, dando à corporação novos recursos para o combate ao crime, como unidades de operações aéreas.

O projeto de lei prevê a possibilidade de criação de companhias independentes, novos batalhões e comandos regionais. Assim, cidades como Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Cascavel passarão a contar com sedes para comandar operações e competência para sua autogestão administrativa e financeira.

A mensagem do governador também estabelece a criação da Companhia Independente de Irati, Arapongas e Ivaiporã, e a criação de Batalhões em Francisco Beltrão, Guarapuava, Umuarama, Apucarana e Região Metropolitana de Curitiba.

A medida não trará ônus aos cofres públicos, pois trata apenas de medidas para reorganizar a PM. A partir disso, será realizado o aumento do efetivo policial do Paraná. A atualização dará melhor fluência às atividades administrativas e um implemento à área operacional, com reflexos diretos na prestação dos serviços à comunidade.

O primeiro passo da tramitação é a análise da matéria pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pelas demais comissões permanentes da Assembleia Legislativa. Na sequência, o texto será enviada ao plenário, onde passará por quatro votações. Se aprovado, será enviado à sanção do governador Orlando Pessuti.

 

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