Com país em pleno emprego, situação de jovens preocupa
Os 15 milhões de empregos gerados durante os oito anos do governo Lula não foram suficientes para acabar a alta taxa de desemprego entre os jovens. Até novembro, a taxa entre pessoas de 18 a 24 anos era de 12,5%. Na faixa etária de 25 a 49 anos, a taxa de desemprego caiu para 4,7%, o que significa tecnicamente situação de pleno emprego. Tanto a FGV quanto o Dieese apontam que a falta de experiência e a qualificação são as principais razões para o desemprego entre os jovens. A solução para o problema pode estar na qualificação profissional e na formação técnica. A proposta é investir nos cursos de qualificação, como já faz a construção civil e o sistema S (Senac, Sesi, Senai), e na oferta de cursos profissionais pelas escolas técnicas.
Os 15 milhões de empregos gerados durante os oito anos do governo Lula não foram suficientes para acabar a alta taxa de desemprego entre os jovens. Até novembro, a taxa entre pessoas de 18 a 24 anos era de 12,5%. Na faixa etária de 25 a 49 anos, a taxa de desemprego caiu para 4,7%, o que significa tecnicamente situação de pleno emprego.
Tanto a FGV quanto o Dieese apontam que a falta de experiência e a qualificação são as principais razões para o desemprego entre os jovens. A solução para o problema pode estar na qualificação profissional e na formação técnica. A proposta é investir nos cursos de qualificação, como já faz a construção civil e o sistema S (Senac, Sesi, Senai), e na oferta de cursos profissionais pelas escolas técnicas.
