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Não temos o direito de perder esse trem, diz Roberto Rodrigues

Na boa análise que faz do agronegócio brasileiro e sua inserção no mercado internacional - leiam o artigo no post abaixo, o ex-ministro Roberto Rodrigues diz qure precisamos fazer a lição de casa para ampliar ainda mais a nossa participação. Ele lista seis temas que considera essenciais. Eu cito quatro: 1.Um programa de renda rural, que inclua o pleno funcionamento do seguro rural, a reforma da legislação de crédito rural e a atualização da Política de Garantia de Preços Mínimos; 2.Transformar em realidade todos os projetos de melhoria da infraestrutura e de logística, um dos nossos maiores gargalos, seja nas obras previstas pelo PAC, seja em programas setoriais como a das ferrovias; 3.Investir em tecnologia, um setor dinâmico, que exige coordenação entre os organismos de pesquisa; 4. Criar uma estratégia de Estado para o agronegócio que envolva todos os órgãos de governo, e não apenas os ligados à agropecuária. "Nos próximos dez anos, o Brasil ampliará sua produção rural, agregando valor, gerando milhares de empregos, ampliando as exportações (...). A década que se inicia em 2011 é extremamente favorável ao nosso já competitivo agronegócio. Não temos o direito de perder esse trem", escreve Rodrigues.

Na boa análise que faz do agronegócio brasileiro e sua inserção no mercado internacional – leiam o artigo no post abaixo, o ex-ministro Roberto Rodrigues diz qure precisamos fazer a lição de casa para ampliar ainda mais a nossa participação. Ele lista seis temas que considera essenciais. Eu cito quatro:

1.Um programa de renda rural, que inclua o pleno funcionamento do seguro rural, a reforma da legislação de crédito rural e a atualização da Política de Garantia de Preços Mínimos; 2.Transformar em realidade todos os projetos de melhoria da infraestrutura e de logística, um dos nossos maiores gargalos, seja nas obras previstas pelo PAC, seja em programas setoriais como a das ferrovias; 3.Investir em tecnologia, um setor dinâmico, que exige coordenação entre os organismos de pesquisa; 4. Criar uma estratégia de Estado para o agronegócio que envolva todos os órgãos de governo, e não apenas os ligados à agropecuária.

"Nos próximos dez anos, o Brasil ampliará sua produção rural, agregando valor, gerando milhares de empregos, ampliando as exportações (…). A década que se inicia em 2011 é extremamente favorável ao nosso já competitivo agronegócio. Não temos o direito de perder esse trem", escreve Rodrigues.

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