O que alhos têm a ver com bugalhos?
A CUT (Central Única dos Trabalhadores) tem todo direito e plena autonomia para protestar contra o atraso em algumas obras do PAC e do programa Minha Casa, Minha Vida. A entidade precisa, no entanto, entender e buscar ciência da origem real da paralisação. O governo vem cumprindo, quase religiosamente, com o cronograma estabelecido para liberação e recursos aos programas e, inclusive repassando os recursos projetados para a implementação das obras.
A CUT (Central Única dos Trabalhadores) tem todo direito e plena autonomia para protestar contra o atraso em algumas obras do PAC e do programa Minha Casa, Minha Vida. A entidade precisa, no entanto, entender e buscar ciência da origem real da paralisação. O governo vem cumprindo, quase religiosamente, com o cronograma estabelecido para liberação e recursos aos programas e, inclusive repassando os recursos projetados para a implementação das obras.
Na maioria dos casos, se não todos, os atrasos acontecem do lado das empreiteiras, que não conseguem atender a demanda a tempo, atrasando obras e empreitadas tratadas como prioritárias pela presidenta Dilma Rousseff. O motivo, em todos os casos, conforme a própria CUT alega, é a falta de condições básicas oferecidas aos operários pelas construtoras.
O debate se concentrou, nos últimos dias, justamente nas edificações do programa Minha Casa, Minha Vida. Em Brumado, na Bahia, sindicalistas relatam a primeira interrupção nas obras do programa, liderada por operários que reivindicam reajuste salarial e melhorias na alimentação. Analise com atenção. A reclamação é referente ao reajuste salarial, algo certamente de responsabilidade das empreiteiras. O Estado faz sua parte. Cabe à iniciativa privada e sociedade civil organizada, cumprir com a parceria, para o desenvolvimento pleno do Brasil. Afinal, um não caminha sem o outro. O sistema depende desses setores e da participação social dos cidadãos para funcionar efetivamente.
