O ridículo e o golpismo
Reproduzo abaixo um artigo muito interessante do deputado federal Brizola Neto, sobre a atuação parlamentar: “É sábado, são oito e meia da manhã. Eu sou deputado federal, estou ou não em horário de expediente? Deixo de ser deputado federal quando durmo, quando acordo, quando tem feriado e dia santo? Esta discussão não é complexa, ela é ridícula. O ocupante de um cargo público é titular deste cargo 24 horas por dia, mas tem o direito – e até o dever – de assumir suas posições políticas sempre que o desejar, e as eleitorais sempre que não estiver em atos oficiais que não o recomendem.
