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Intensifica-se o bombardeio da mídia contra a reforma política

Estava demorando, mas começou. Ou melhor, intensificou-se, e muito, o bombardeio de articulistas e blogueiros conservadores da velha e conhecidíssima grande mídia contra a reforma política, defendida por praticamente todo o Congresso Nacional. Eles retomam, com força total, a campanha para desmoralizar as mudanças avançadas, necessárias e reivindicadas pelo país. Foi assim em 2009, e tem sido assim sempre. A cada esforço político de tirar a reforma política do limbo, começa a gritaria, seja contra o voto em lista, seja contra o financiamento público de campanhas eleitorais. do www.zedirceu.com.br. Leia a seguir a íntegra do post.

 Estava demorando, mas começou. Ou melhor, intensificou-se, e muito, o bombardeio de articulistas e blogueiros conservadores da velha e conhecidíssima grande mídia contra a reforma política, defendida por praticamente todo o Congresso Nacional.

 
Eles retomam, com força total, a campanha para desmoralizar as mudanças avançadas, necessárias e reivindicadas pelo país.  Foi assim em 2009, e tem sido assim sempre. A cada esforço político de tirar a reforma política do limbo, começa a gritaria, seja contra o voto em lista, seja contra o financiamento público de campanhas eleitorais.
 
No passado até a fidelidade partidária – um dos pontos centrais da nossa reforma, em qualquer época em que ela seja feita – era uma heresia. Só não foi quando o respeito à fidelidade interessou a oposição. Aí, grande parte da velha mídia conservadora apoiou descaradamente a famosa caça aos infiéis.
 
Querem manter o status quo a ferro, fogo e sangue
 
Deixar um partido da oposição para vir para o PT ou para uma legenda da base aliada do governo era uma heresia, um pecado mortal, a ser punido com cassação, quando não com a fogueira da execração pública. Aí, defendiam a fidelidade partidária a ferro, fogo e sangue.
 
Naquela época, sair da oposição para vir para o governo, nem pensar! Depois, quando o movimento se inverteu e houve a saída de partidários do governo para legendas da oposição, aí podia. Esta mesma velha mídia foi a primeira a sair em campo para defender o mandato de senadores e deputados que deixavam a base do governo para ir para a oposição.
 
Para esta situação, deixar o governo e ir para a oposição, não valia, nem tinha que ser aplicada fidelidade partidária coisa nenhuma, advogava, então, a mídia. Uma hipocrisia pura, que só ganha do cinismo com que atuam verdadeiros fariseus travestidos de articulistas e blogueiros.
 
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