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Projeto Carnívoros do Iguaçu recebe prêmio ambiental

O belo trabalho em defesa dos carnívoros do Parque Nacional do Iguaçu ganhou um novo reconhecimento. Desta vez a iniciativa conquistou o 18º Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Conservação da Vida Silvestre, com o Projeto Carnívoros do Iguaçu. Criado na sequência da Conferência da ONU para o Meio Ambiente, a Rio 92, o Prêmio Expressão registra a trajetória da consciência ambiental empresarial da região Sul e é o maior mapa da evolução das empresas em direção à sustentabilidade nesse período, sendo certificado pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul.

O belo trabalho em defesa dos carnívoros do Parque Nacional do Iguaçu ganhou um novo reconhecimento. Desta vez a iniciativa conquistou o 18º Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Conservação da Vida Silvestre, com o Projeto Carnívoros do Iguaçu.

 
Criado na sequência da Conferência da ONU para o Meio Ambiente, a Rio 92, o Prêmio Expressão registra a trajetória da consciência ambiental empresarial da região Sul e é o maior mapa da evolução das empresas em direção à sustentabilidade nesse período, sendo certificado pelo Ministério do Meio Ambiente como a maior premiação ambiental do Sul.
 
A edição de 2010 contou com a participação de 153 projetos e jurados biólogos, engenheiros florestais, consultores e doutores na área ambiental, profissionais de entidades e ONGs dos três estados do Sul.
 
Projeto Carnívoros do Iguaçu 
Criado em outubro de 2008 o atual projeto Carnívoros do Iguaçu visa o estudo populacional das onças-pintadas no Parque Nacional do Iguaçu e seu entorno.
 
Trata-se de um estudo detalhado do status de conservação da população de onças-pintadas na região oeste do Paraná, abordando questões de ecologia, biologia e genética das espécies, a educação ambiental, a conservação da paisagem do entorno do parque e a intermediação de conflitos entre populações residentes no entorno e ataques de onças a rebanhos domésticos.
 
O projeto é executado por quatro funcionários, sendo dois técnicos de nível superior e dois assistentes de campo, além da consultaria e apoio científico de profissionais com grande experiência na área.
 
Dados sobre a espécie estão sendo obtidos com o uso de armadilhas fotográficas, monitoramento por rádio-colar de espécimes capturados, acompanhamento dos casos de predação e pela coleta de amostras de fezes para análises de dieta e genética.
 
A primeira estimativa populacional da espécie realizada com 72 armadilhas fotográficas mostrou dados preocupantes com 0,29 onças por 100 Km² ou 6 a 12 indivíduos para o parque inteiro.
 
 Dessa forma, o estudo da população de onça-pintada, tal como previsto, gera informações valiosas para as estratégias de manejo da unidade, bem como para a proteção da última população viável de onças do sul do país.
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