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Histórias e mitos cercam cemitério de Campo Mourão

O repórter Walter Pereira levou as páginas do jornal Tribuna do Interior neste domingo (20), uma interessante e divertida matéria sobre as históricas e mitos que cercam os cemitérios, em especial o de Campo Mourão. Mas afinal, quem nunca sentiu medo ou teve a leve sensação de um arrepio correr a espinha ao ouvir as sombrias histórias que acontecem entre os quatro cantos dos cemitérios?

 O repórter Walter Pereira levou as páginas do jornal Tribuna do Interior neste domingo (20), uma interessante e divertida matéria sobre as históricas e mitos que cercam os cemitérios, em especial o de Campo Mourão.

 

Mas afinal, quem nunca sentiu medo ou teve a leve sensação de um arrepio correr a espinha ao ouvir as sombrias histórias que acontecem entre os quatro cantos dos cemitérios?

 

O local onde todos nos encontraremos um dia é sempre cercado de muitos mitos e mistérios. Os contos, reais ou não, sempre serão colecionados para serem contados por alguém.

 

E no cemitério de Campo Mourão não poderia ser diferente. Tem coveiro que já viu desde bonecos vudu a filho desenterrar o pai e, acreditem se quiser, até uma cruz que já virou árvore.

 

A história do cemitério São Judas Tadeu começou oficialmente em março de 58, com o sepultamento de uma mulher. De acordo com os registros da administração, na região havia pelo menos outros quatro “campos santos”, que foram desativados em meados de 2005.

 

Eles eram localizados no São Benedito, Piquirivaí e comunidades do KM 28 e 32. Em Campo Mourão, o primeiro cemitério a ser instalado no município foi no Lar Paraná. Ainda na década de 80, os corpos haviam sido todos removidos ao cemitério atual.

 

Atualmente, de acordo com informações da administração, há espaço apenas para mais 170 novas sepulturas no cemitério, ou seja, levando em consideração que em Campo Mourão morre uma média de 570 pessoas por ano, o local está com os seus dias contados.

 

“É difícil estabelecer com certeza a quantidade de quantas pessoas ainda podem ser sepultadas. Muitos são enterrados junto de familiares”, explica o administrador João Maria Correa Gonçalves, acrescentando que até agora foram registrados oficialmente em torno de 19.586 sepultamentos.

 

Você pode conferir outras histórias sobre o cemitério clicando no link http://www.tribunadointerior.com.br/campo-mourao/noticias/3975/?noticia=historias-e-mitos-cercam-cemiterio

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