Paraná vai controlar qualidade do leite produzido
Sempre defendi a qualificação e a modernização dos serviços prestados no meio rural, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do nosso estado. Certamente estes têm sido pontos fundamentais para destacar o Paraná na agroindústria e na agropecuária. Preocupado com a qualidade dos serviços, o Ministério da Agricultura estabeleceu, por meio da instrução normativa 51, padrões de qualidade do leite e critérios mais rigorosos também na refrigeração e no transporte. Com isso, fica proibida, a partir de julho, a entrega da produção nas regiões Sul, Sudeste e Centro- Oeste, sem o leite seguir um novo limite, mais rígido, de quantidade de bactérias.
Sempre defendi a qualificação e a modernização dos serviços prestados no meio rural, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do nosso estado. Certamente estes têm sido pontos fundamentais para destacar o Paraná na agroindústria e na agropecuária.
Preocupado com a qualidade dos serviços, o Ministério da Agricultura estabeleceu, por meio da instrução normativa 51, padrões de qualidade do leite e critérios mais rigorosos também na refrigeração e no transporte. Com isso, fica proibida, a partir de julho, a entrega da produção nas regiões Sul, Sudeste e Centro- Oeste, sem o leite seguir um novo limite, mais rígido, de quantidade de bactérias.
Na prática, a medida deve representar uma melhora na qualidade do produto que chega à mesa dos consumidores. .A norma foi assinada em 2002, entrou em vigor em 2005, mas só em julho vence o prazo final de adaptação. Entre as exigências, o maior desafio é a Contagem Bacteriana Total (CBT), que serve como pista sobre o grau de higiene do lugar onde a vaca foi ordenhada. No começo, a instrução exigiu CBT máximo de 1 milhão.
Atualmente, o limite é 750 mil. A partir de julho, cairá significativamente, para até 100 mil, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Por conta das dificuldades, os produtores de Nordeste e Norte terão um ano a mais, contado desde julho. O presidente da Associação dos Produtores e Entregadores de Leite de Umuarama (Apelu), Marcelo Zubioli, informa que já há algum tempo os produtores da região que vendem o produto para o Governo precisam entregar o leite com uma contagem máxima de 500 mil CBT. A contagem também afeta o valor do produto.
