CUT defende política permanente e ampliação do piso regional a todos trabalhadores
A CUT definiu seu posicionamento quanto ao piso regional do Paraná. Mais do que debater apenas o índice de reajuste, como está sendo pautado pelo novo governo do estado, a Central defende uma política permanente de recomposição do valor do salário mínimo paranaense. A fórmula proposta pela CUT é composta pela inflação acumulada nos últimos doze meses que antecedem a data-base mais o crescimento registrado no Produto Interno Bruto (PIB) do estado no ano anterior. Se o governo adotar a política defendida pela CUT, o piso regional teria aumento estimado em 14,34% (6,04% da inflação + 8,3% do PIB) no mês de maio. Dessa forma, a Faixa I (trabalhadores agropecuários, florestais e da pesca) passaria dos atuais R$ 663,00 para R$ 761,40. A Faixa II (trabalhadores de serviços administrativos) iria dos R$ 668,50 para R$ 790,68. A Faixa III (trabalhadores de produção de bens e serviços industriais), que hoje está em R$ 714,00, ficaria em R$ 819,97. Já a Faixa IV (técnicos de nível médio) passaria dos R$ 765,00 para R$ 878,54.
A CUT definiu seu posicionamento quanto ao piso regional do Paraná. Mais do que debater apenas o índice de reajuste, como está sendo pautado pelo novo governo do estado, a Central defende uma política permanente de recomposição do valor do salário mínimo paranaense. A fórmula proposta pela CUT é composta pela inflação acumulada nos últimos doze meses que antecedem a data-base mais o crescimento registrado no Produto Interno Bruto (PIB) do estado no ano anterior.
