Produtores de alimentos do PR pedem celeridade na votação do Código Florestal
A bancada do Paraná no Congresso Nacional se reuniu nesta quarta-feira (2) com representantes de produtores de alimentos do Estado, que foram a Brasília solicitar rapidez na votação do novo Código Florestal. Participei do café da manhã, considerados por todos grande oportunidade para discutir o trabalho parlamentar que deverá ser realizado para tornar possível a inclusão da proposição na pauta das duas Casas Legislativas. Na ocasião, a Frente Parlamentar em Defesa da Agropecuária anunciou que o código deve ser votado até abril deste ano. Porém, a falta de definição acaba impedindo investimentos e, conseqüentemente, atrapalha a produção de grãos e alimentos no País.
A bancada do Paraná no Congresso Nacional se reuniu nesta quarta-feira (2) com representantes de produtores de alimentos do Estado, que foram a Brasília solicitar rapidez na votação do novo Código Florestal. Participei do café da manhã, considerados por todos grande oportunidade para discutir o trabalho parlamentar que deverá ser realizado para tornar possível a inclusão da proposição na pauta das duas Casas Legislativas.
Na ocasião, a Frente Parlamentar em Defesa da Agropecuária anunciou que o código deve ser votado até abril deste ano. Porém, a falta de definição acaba impedindo investimentos e, conseqüentemente, atrapalha a produção de grãos e alimentos no País.
Segundo dados divulgados pela FAEP, mais de 70% da produção agropecuária nacional se concentra nos estados do Sul, Sudeste e Nordeste. O PR hoje é o maior celeiro do País, embora ocupe apenas 2,3% do território nacional. Dos seus 10,4 milhões de habitantes, 1.100 mil vivem na área rural, 92% em pequenas propriedades.
Muito mais do que reivindicar uma flexibilização de proposta que atenda mais ou menos a agricultura, constatei que o mais preocupa o setor agrícola é o atraso e a incerteza sobre a votação do relatório, elaborado pelo deputado federal Aldo Rebelo.
Também tive conhecimento da preocupação de empresários e agricultores em visitas realizadas a vários municípios paranaenses no último fim de semana. Em reunião com lideranças políticas, a preocupação real quanto aos atrasos e a demora para a votação da matéria foi destacada pelos moradores e produtores.
A insegurança jurídica foi comentada pelo presidente da Faep, Àgide Meneguette. “Solicitamos a bancada para que possamos ter definição legal sobre o projeto do Código Florestal. Hoje, vivemos com medidas provisórias e decretos que trazem insegurança jurídica para pequeno, médio e grande produtor rural”, relatou Meneguette.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) também prestigiou o evento e garantiu total apoio à matéria. Segundo a parlamentar, tão logo chegue ao Senado, o projeto será acompanhado de perto por ela. “É preciso aprovar um texto favorável aos produtores, mas sem deixar de contemplar o setor ambiental”, avaliou Hoffmann.
