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Mulheres terão plano para erradicar pobreza

No Dia das Mulheres, o governo federal anunciou que vai implantar um plano para erradicação da extrema pobreza, com políticas públicas especiais voltadas para as mulheres e as crianças. Segundo a ministra Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o programa terá como eixos a ampliação da renda (como ocorreu recentemente com o reajuste dos benefícios do Bolsa Família); a melhoria da oferta de serviços públicos (funcionamento de creches, pré-escola e postos de saúde); e a inclusão social (qualificação profissional e empreendedorismo).

No Dia das Mulheres, o governo federal anunciou que vai implantar um plano para erradicação da extrema pobreza, com políticas públicas especiais voltadas para as mulheres e as crianças. Segundo a ministra Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o programa terá como eixos a ampliação da renda (como ocorreu recentemente com o reajuste dos benefícios do Bolsa Família); a melhoria da oferta de serviços públicos (funcionamento de creches, pré-escola e postos de saúde); e a inclusão social (qualificação profissional e empreendedorismo).

A expectativa é que a agenda programa seja extremamente feminina e insista no “emponderamento” das mulheres já verificado, por exemplo, no próprio Bolsa Família (93% dos cartões do programa estão em nome das mulheres); no Programa Minha Casa, Minha Vida (o imóvel fica preferencialmente no nome da mulher); e no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que tem linha especial para financiamento de agricultoras cuidados com os filhos, como a abertura de creches (para crianças de até 3 anos), pré-escola (4 ou 5 anos) ou ensino fundamental (6 a 14 anos).

De acordo com especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o cuidado com os filhos tende a limitar a participação feminina no mercado de trabalho e o aumento da renda.
A Emenda Constitucional nº 59/2009 estabeleceu como meta até 2016 a universalização da oferta da educação básica dos 4 até os 17 anos, da pré-escola até o fim do ensino médio. A proposta do novo Plano Nacional de Educação (PNE), ainda não aprovada no Congresso Nacional, prevê a oferta de vagas nas creches para 50% da população de até 3 anos até 2020. A segunda fase do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2) prevê a construção de 6 mil creches em quatro anos.

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